terça-feira, 26 de maio de 2015

Boa noite , Turma! Como já amplamente divulgado, a greve continua.


Espero que estejam todos bem e com saúde. As chuvas desde sexta feira foram intensas . Espero uma rápida recuperação para as famílias que perderam as moradias ou tiveram prejuízos. Observe a imagem abaixo do que aconteceu no conjunto Santa Lúcia:



Jet-ski gerou onda na rua alagada (Foto: Felipe Martins/VC no G1)

 E quem reclamou da onda de calor na cidade, lembre-se de que a situação pode ficar bem pior. Leia   o trecho abaixo:
A onda de calor na Índia já matou mais de 700 pessoas, em uma semana. O sudeste do país é o lugar mais quente. O estado de Andhra Pradesh tem o maior número de vítimas: mais de 500 pessoas morreram de calor.
Os termômetros na região marcam 47ºC na sombra e o ar seco piora a situação. A maioria das vítimas morreu de insolação e de desidratação. São idosos, moradores de rua e homens que trabalham na construção civil e ficam expostos ao sol. As crianças e as mulheres grávidas também sofrem mais. A previsão é de que esse calor dure ainda mais duas semanas.
Para agravar ainda mais a situação, só 30% da população de mais de 1,2 bilhão de habitantes tem acesso à eletricidade. Ar condicionado e ventilador são artigos de luxo para a maioria dos indianos e mesmo aqueles que têm força em casa estão enfrentando quedas de energia constantes, por causa do aumento do consumo.
Esse calor todo não é comum na Índia, mas os estudos sobre o aquecimento global estão prevendo temperaturas cada vez mais altas e mais frequentes.
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/05/onda-de-calor-deixa-mais-de-700-pessoas-mortas-na-india.html
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sábado, 23 de maio de 2015

Boa tarde, Turma! A greve continua, segunda- feira a categoria decide sobre a continuidade ou não.

Chove muito em Aracaju....

Até o sábado à noite, a chuva será intensa. De domingo até terça, ela vai afinar, mas não vai parar, informou o meteorologista, Overland Amaral.



 Vocês acompanharam o drama dos refugiados que não conseguiam entrar em nenhum país?

Leiam a reportagem abaixo publicada no Jornal O Dia.


http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-05-23/mianmar-volta-atras-e-aceita-de-volta-refugiados-a-deriva-em-barco.html


Kuala Lumpur (Malásia) - Depois de se recusar a receber de volta seus próprios imigrantes — abandonados por contrabandistas de seres humanos em alto-mar —, o Mianmar voltou atrás. Nesta sexta-feira, o país asiático fez a primeira operação de resgate de um barco com 208 refugiados.
O grupo pertence à minoria muçulmana rohingya, marginalizada em Mianmar. O governo alega que os rohingyas formam um povo bengali, o que impediria o grupo de ter cidadania no país. Já Bangladesh alega que eles são birmaneses, e também os rejeitam. A ONU considera os rohingyas uma das etnias mais perseguidas do mundo.
Segundo a organização, mais de dois mil imigrantes estariam em barcos à deriva nas águas do sudeste asiático há dias. Na última semana, o governo de Mianmar afirmou que não era possível identificar os refugiados, e por isso não os receberia de volta.
Um barco de bandeira tailandesa foi rebocado na madrugada de sexta perto da cidade de Maungdaw, ponto de partida de muitas embarcações lotadas de imigrantes, que fogem de Mianmar com destino a Malásia ou Indonésia. Em poucos dias, Tailândia, Indonésia e Malásia receberam quase três mil imigrantes, mas também rejeitaram outros barcos. Agora, após apelos da comunidade internacional, estão flexibilizando suas políticas.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Bom dia, turma! A greve continua, mas não impede que vocês enviem as atividades devidas.



Achei muito interessante a reportagem abaixo e gostaria de compartilhar com vocês, pois segundo alguns estudiosos, o aluno deve ser preparado para aprender a aprender e desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo e conviver com os diferentes, para fortalecer a capacidade de se reinventar, pois  segundo alguns estudiosos, o profissional passará por vários postos de trabalho até os 38 anos. Leiam:


Resultado de imagem para até os 38 anos o profissional passará por 10 a 14 empregos




O futuro talvez nos reserve profissões completamente diferentes das atuais, que seriam necessárias devido à forma como a Terra vem sendo tratada e, também, ao progresso tecnológico.
Na tentativa de desvendar como será a vida em 2030, o instituto Canadian Scholarship Trust Plan realizou uma pesquisa e definiu que pelo menos dez profissões novas têm lugar garantido no futuro. Confira:
Nostálgicos
Imagine um terapeuta que entende de design de interiores e história. Ele ajudaria os idosos de 2013 a recriar ambientes passados – leia-se: o nosso presente.
Reflorestador
Como o nome denuncia, esta pessoa será responsável por tentar recompor o verde do planeta, recuperando florestas e vegetações naturais e criando fazendas verticais com estufas.
Tele cirurgião
Ao invés de usar as próprias mãos, os cirurgiões operarão pacientes à distância, com ajuda de braços robóticos – algo que, timidamente, já existe atualmente, mas que deve ser intensificado.
Guia de aventuras no Ártico
Principalmente devido à abertura da Passagem do Noroeste, que liga a Eurásia às Américas, o turismo na região do Ártico deve crescer.
Remixer de mídia
Ao invés do tradicional DJ, teremos, em 2030, um profissional que une áudio, vídeo, imagens e realidade aumentada, seja para campanhas de marketing, festas, espaços de entretenimento, entre outras coisas.
Conselheiro de robô
Com serviços domésticos sendo automatizados, será necessário ter ajuda profissional para decidir qual modelo de robô adquirir para cuidar de crianças, faxina, segurança etc.
Navegador de saúde
Seria uma pessoa que auxiliaria pacientes e familiares dentro de hospitais, ajudando-os a entender o funcionamento e os procedimentos do local.
Especialista em simplicidade
Operações diárias e negócios que tiverem de ser descomplicados poderão contar com a mãozinha de um especialista em simplicidade.
Designer de lixo
Em 2030 haverá uma nova forma de reciclagem chamada upcycling, que transformará o lixo em materiais de melhor qualidade. Os projetistas, ou designers, serão fundamentais neste processo.
Terapeuta de fim de vida
Esse profissional ajudará as pessoas a se prepararem para seus momentos finais, que devem ser estendidos com o aumento constante da expectativa de vida.
http://olhardigital.uol.com.br/noticia/conheca-10-profissoes-do-futuro/41715
Resultado de imagem para até os 38 anos o profissional passará por 10 a 14 empregos
Os profissionais que ingressam atualmente no mercado de trabalho passarão por de 10 a 14 empregos até completarem 38 anos.
Essa é uma das observações do estudo “A Era do Capital Humano”, da consultoria Manpower.
De acordo com Riccardo Barberis, executivo da empresa, a escassez de talentos em diversas áreas é uma das causas desse fenômeno. “As pessoas também têm buscado novas experiências profissionais”, comenta.
Folha – É o fim dos empregos para a vida toda?
Riccardo Barberis – Empregos ainda podem ser para a vida toda, mas as pessoas mudarão de cargos e empresas mais comumente do que as gerações anteriores.
Vários empregos no currículo são um bom sinal de experiência e versatilidade?
Não necessariamente. É preciso analisar os feitos do indivíduo e os conhecimentos que ele traz.
A idade é um fator determinante para frequente mudança de emprego?
Os jovens tendem a fazer mais mudanças de emprego, mas os mais experientes têm mudado mais frequentemente de emprego.
Fonte:Folha
Enviado pelo servidor Nelson Adelino Pereira da Supervisão Técnica de Manutenção/CPO

https://servidoresjt.wordpress.com/2011/05/18/jovens-profissionais-trabalharao-em-14-empresas-ate-os-38-anos/

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Boa tarde, Turma! O abastecimento de água está se normalizando. Greve a partir de segunda -feira. Abaixo algumas imagens que nos levam a questionar os rumos do mundo atual.


8A,B,C - Imigrantes ilegais

Eles não são bem vindos , mas continuam tentando entrar ilegalmente em vários países. Desespero, sonho com uma vida melhor? O que leva tantas pessoas a tais situações?



Imigrantes a bordo de um barco à deriva pegam alimentos jogados por um helicóptero do exército tailandês nas águas da ilha do sul de Koh Lipe, no mar de Andaman. Os passageiros disseram que várias pessoas morreram nos últimos dias (Foto: Christophe Archambault/AFP)

Milhares de imigrantes de Mianmar e Bangladesh permaneciam à deriva no mar no sudeste da Ásia, ao mesmo tempo em que os governos da região se recusam a aceitar a entrada das embarcações, ignorando os apelos que pedem o fim do jogo de "pingue-pongue humano".
"Dez pessoas morreram durante a viagem. Jogamos seus corpos no mar", afirmou um rohingya aos jornalistas."Por favor, nos ajudem", suplicaram os ocupantes de um barco com 300 emigrantes rohingyas (minoria muçulmana considerada uma das mais perseguidas do mundo pela ONU) perto da costa da Tailândia, em uma mensagem ouvida por um correspondente da AFP que estava a bordo de uma embarcação próxima.
"Somos 300. Estamos no mar há dois meses. Queremos ir para a Malásia, mas não conseguimos chegar ao país"", completou o homem.
No barco, uma bandeira exibe a frase em inglês "Somos rohingyas de Mianmar", enquanto uma grande lona protege os passageiros, muitos deles extremamente magros, do sol.
"Não comemos nada há uma semana, não temos onde dormir e meus filhos estão doentes", declarou Sajida à AFP.
A jovem de 27 anos, que embarcou ao lado dos quatro filhos, com idades entre 2 e 8 anos, pretendia chegar à Malásia para encontrar o marido.
Quase 2 mil pessoas chegaram nos últimos dias às costas malaias e indonésias, mas os dois países, que alegam temer o desembarque de milhares de imigrantes, rejeitam a entrada de todos os barcos de migrantes, que ficam condenados a permanecer em 'prisões flutuantes'.
Kuala Lumpur evitou nesta quinta-feira a aproximação de 600 pessoas, a bordo de dois barcos, seguindo os passos da Indonésia, que fez o mesmo com outra embarcação no início da semana.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos países envolvidos a não dar as costas aos migrantes, e disse que o resgate no mar é uma obrigação internacional.
O direito internacional proíbe os países a devolver estas pessoas, o que representa a expulsão dos refugiados, que têm direito a reconhecimento.
Os Estados Unidos reiteraram, nesta quinta-feira, seu chamado aos países do Sudeste Asiático a salvar as milhares de pessoas abandonadas no mar e que deixem de rejeitar suas embarcação.
"Estamos preocupados com a situação e exigimos aos países da região que trabalhem juntos para salvar vidas no mar", disse, em Washington, o porta-voz do Departamento de Estado americano, Jeff Rathke.
Os embaixadores dos Estados Unidos na região coordenam com agências da ONU e os governos asiáticos que tenham se negado a receber os imigrantes, para "discutir formas de lhes dar assistência".
'Barcos funestos'
Os governos da região receberam apelos de todos os tipos para que organizem operações de resgate, ao invés de expulsar as embarcações.
Os Estados Unidos reiteraram, nesta quinta-feira, seu chamado aos países do Sudeste Asiático a salvar as milhares de pessoas abandonadas no mar e que deixem de rejeitar suas embarcação.
"Estamos preocupados com a situação e exigimos aos países da região que trabalhem juntos para salvar vidas no mar", disse, em Washington, o porta-voz do Departamento de Estado americano, Jeff Rathke.
Os embaixadores dos Estados Unidos na região coordenam com agências da ONU e os governos asiáticos que tenham se negado a receber os imigrantes, para "discutir formas de lhes dar assistência".
"As Marinhas da Tailândia, Malásia e Indonésia deveriam parar de brincar de pingue-pongue humano e trabalhar em conjunto para salvar aqueles que estão a bordo destes barcos funestos", afirmou Phil Robertson, diretor adjunto da Human Rights Watch na Ásia.
"O mundo julgará estes governos pela forma como tratam homens, mulheres e crianças mais vulneráveis", disse.
A Anistia Internacional considera "angustiante pensar que centenas de pessoas estão no momento à deriva em um barco a ponto de morrer, sem água, sem comida e sem saber onde estão".
Há vários dias, as organizações internacionais afirmam que milhares de imigrantes estão em perigo no mar, abandonados pelos traficantes de seres humanos.
Até recentemente, dezenas de milhares de pessoas em busca do exílio transitavam a cada ano pelo sul da Tailândia, ponto de passagem para a Malásia e além, em fuga da pobreza deBangladesh ou da violência, como no caso dos rohingyas de Mianmar.
Mas Bangcoc decidiu punir de maneira mais severa os traficantes depois de descobrir fossas comuns com os corpos de imigrantes clandestinos em plena selva. Agora, os criminosos buscam rotas alternativas para chegar à Malásia, país próspero que atrai milhares de imigrantes.
Centenas de náufragos conseguiram, apesar das dificuldades, chegar às costas indonésias - os traficantes afirmaram que estavam na Malásia -, onde foram recebidos em acampamentos provisórios na província de Aceh, no extremo norte da ilha de Sumatra.


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Boa noite, Turma! Leiam a notícia publicada no site do Jornal da Cidade.




13/05/2015 ÀS 18H26 - NOTÍCIAS DA HORA

Professores da rede estadual entrarão em greve a partir de segunda (18)

Na segunda-feira está previsto um ato em frente ao Palácio dos Despachos



Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (13), os professores da rede estadual de ensino decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira (18). A decisão foi tomada diante da inércia por parte do Governo do Estado em cumprir a lei do piso salarial.

Segundo o diretor Executivo do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (Sintese), Roberto Silva, os professores decidiram entrar em greve pois o governador Jackson Barreto não sinalizou qualquer tipo de negociação do pagamento do piso para os professores.

“A categoria não aceitou essa postura, que difere de 2013 e 2014 quando ele pagou o piso salarial. O fato é que não houve qualquer respeito pelos prazos por parte do governo”.

Na segunda-feira está previsto um ato em frente ao Palácio dos Despachos. Na quarta-feira (20), os professores irão se reunir para definir o rumo da greve.

Boa noite, Turma! Os professores da rede estadual decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

EM DIVERSOS BAIRROS DA ZONA NORTE, MORADORES TIVERAM QUE IR EM BUSCA DE ÁGUA, COMO NO LAMARÃO, ATENDIDO POR CARRO PIPA

EM DIVERSOS BAIRROS DA ZONA NORTE, MORADORES TIVERAM QUE IR EM BUSCA DE ÁGUA, COMO NO LAMARÃO, ATENDIDO POR CARRO PIPA

http://www.jornaldodiase.com.br/noticias_ler.php?id=16292


terça-feira, 12 de maio de 2015

Boa tarde, Turma! Espero que possamos logo voltar às nossas atividades. Por enquanto, aulas suspensas.



Falta de abastecimento de água na cidade de Aracaju (SE), nesta segunda-feira (11) (Foto: Jadilson Simões/Futura Press/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A população dos quatro municípios da Grande Aracaju, cerca de 912 mil habitantes segundo o IBGE, sofre com a falta de água desde sábado (9) devido a queda de uma ponte que provocou o rompimento da tubulação de duas adutoras do São Francisco. Prefeitos das cidades afetadas fizeram uma reunião nesta segunda-feira (11) com a direção da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) e do Governo de Sergipe para discutir alternativas que serão tomadas nos próximos dias para tentar minimizar as consequências do acidente. Entre os pontos destacados estão fazer o rodízio de água, conscientizar a população para racionar e decretar situação de emergência. Além disso, houve a suspensão das aulas da rede pública de ensino - 120 escolas estaduais e 74 municipais.

http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2015/05/rodizio-de-agua-sera-feito-nos-municipios-afetados-na-grande-aracaju.html


“Quem olha para fora sonha; Quem olha para dentro acorda.” – Carl G. Jung

Leia mais: http://www.terapiaholisticaemcuritiba.com.br/artigos/deepak-chopra/


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Boa Tarde, Turma! Espero que o abastecimento de água logo fique normalizado.


Leiam a notícia publicada no site da SEED:

O Governo do Estado decidiu suspender temporariamente as aulas na região da Grande Aracaju, que abrange os municípios de Nossa Senhora do Socorro, Barra dos Coqueiros, o bairro Rosa Elze e o conjunto Eduardo Gomes, localizados na cidade de São Cristóvão.

Na manhã desta segunda-feira, 11, o secretário de Estado da Educação, Jorge Carvalho, esteve reunido com o governador Jackson Barreto, quando ficou decidido a decretação do estado de emergência e a suspensão das aulas até a normalidade do abastecimento da água.

De acordo com Jorge Carvalho, a medida se fez necessária devido à suspensão do fornecimento de água nessas localidades, provocada pela queda acidental de uma ponte e o conseguinte  rompimento de duas adutoras do rio São Francisco, localizadas no povoado Pedra Branca em Laranjeiras, no último sábado, 09.

A suspensão iniciar-se-á nesta terça-feira, 12, entretanto as aulas deverão retornar à normalidade assim que o fornecimento de água se reestabelecer. Isto está previsto para acontecer até a próxima sexta-feira, 15. Na segunda-feira, 11, as aulas ocorreram normalmente na Região da Grande Aracaju, em virtude dos reservatórios das escolas ainda disporem de capacidade para suprir as necessidades de funcionamento das unidades de ensino neste período.

Dessa forma, em Aracaju serão suspensas as aulas em todas as 85 escolas da rede estadual. A suspensão também afetará todas as 25 escolas estaduais do município de Nossa Senhora do Socorro. Já na Barra dos Coqueiros três escolas ficarão sem aulas, enquanto que em São Cristóvão, outras 17 escolas terão suas aulas suspensas.

Ao total, estima-se que aproximadamente 100 mil alunos da rede pública de ensino serão atingidos pela suspensão das aulas. Todavia, os órgãos competentes estão realizando todo o possível para que a estrutura de abastecimento esteja apta para suprir a necessidade da população de modo integral o mais rápido possível, assim minimizando os possíveis problemas.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Boa noite, Turma! 1A e 1B, vamos ler e debater em sala alguns temas.Espero que gostem.




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Mutilação Sexual Masculina

Nos homens, a prática da mutilação sexual engloba a circuncisão e a castração.
A circuncisão tipicamente é praticada como um ato religioso, especialmente entre os judeus e os mulçumanos, e muitos médicos acreditam que se trate de uma medida profilática, impedindo o acúmulo de esmegma entre a glande e o prepúcio que a recobre. Caso esta secreção genital não seja removida, cria um ambiente propício para a proliferação bacteriana, podendo levar a uma infecção da área. Realiza-se em certos casos de fimose, parafimose ou quando a glande não pode ser exposta.
Contudo, muitos pacientes circuncidados reclamam da condição, pois a circuncisão reduz a sensibilidade nos órgãos genitais, levando mais tempo para o indivíduo atingir o orgasmo. Desta forma, esses pacientes procuram reverter esta condição através da reconstrução genital não-cirúrgica. Esta técnica faz com que a pele expanda, dando origem a um pseudo-prepúcio. Embora não seja possível recuperar totalmente o prepúcio, pacientes relatam uma melhora significativa da sensibilidade sexual.
Já a castração, que é a remoção dos testículos, é feita atualmente somente em casos excepcionais, como câncer de testículo e ato de emasculação. Contudo, na Idade Média, este era um ato comum, realizando-se a castração em meninos cantores para não ocorrer alteração em suas vozes. Além disso, na antiguidade, os senhores costumavam castrar os seus servos, conhecidos como eunucos, para assegurar a origem da prole.

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A sociologia é uma ciência que estuda as relações que se estabelecem entre as pessoas que vivem numa comunidade ou grupo social, ou entre grupos sociais diferentes que vivem no seio de uma sociedade mais ampla. Esta definição encontramos no Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa.

futebol, por ser uma atividade grupal e também social, tem merecido, de parte dos sociólogos,
estudo mais profundo, para que entendamos melhor suas relações, quando se tem uma atividade social da mais alta relevância.

Em seu livro Dos Pés à Cabeça, Maurício Murad, 1997, nos mostra que "a sociologia no futebol, é
especial se inscrevendo epistemológica e metodologicamente no campo do saber da sociologia do esporte". No Brasil, começamos a dar os primeiros passos para o estudo acadêmico da sociologia do futebol, até porque em países como Alemanha e Inglaterra, as pesquisas universitárias tem sido um dos maiores e mais importantes patrimônios da cultura que servem de exemplo para nós brasileiros.

Murad relata na obra citada que "o futebol, como nossa paixão popular e esporte número um,
encena um ritual coletivo de intensa densidade dramática e cultural, em consonância com a realidade brasileira. É a combinação de simbologias, por meio das quais podemos estudar o Brasil".
SimbologiaQuase de forma antológica, Murad, diz que "o futebol é simbologia e metalinguagem, e como tal, revelador das culturas das coletividades e revelador expressivo das condições humanas. Albert Camus, Prêmio de Literatura de 1957, pensador e especialista e ainda goleiro titular do RUA de Argel, disse: "...o essencial para mim era jogar futebol: a bola era minha paixão e eu sapateava de impaciência..." E assim conseguiu transferir para sua vida prática, todos os conhecimentos obtidos no futebol, tais como: moral e obrigações que um homem deve ter.

Mauricio Murad, com muita lucidez e num momento sublime, define a bola, o objeto de desejo e
instrumento de trabalho dos jogadores de futebol, como sendo:

"De forma geométrica, sua circunferência que, de acordo com a concepção clássica dos gregos, a
forma geométrica perfeita, valor do inconsciente coletivo, suprema representação espacial, à medida que enuncia a ética da igualdade de oportunidades, pelo critério da eqüidistância, uma
vez que todos os pontos estão igualmente distantes do centro".

Esta definição e até um conceito, expressa de forma fantástica o quanto a Grécia contribuiu para
a sociologia do futebol. Este objeto tão fantástico inventado pelo homem é motivo de alegrias e frustrações dele mesmo. É tão fantástico este jogo, que qualquer um pode praticá-lo desde o "baixinho" (Romário) o "gordinho" (Maradona), pelo "alto" (Beckenbauer), pelo "torto" (Garrincha), pelo "perfeito" (Pelé), pelo "magrelo" (Sócrates), pelo "perfeito" (Didi), enfim por qualquer biótipo, por qualquer classe social, por qualquer etnia, provando e comprovando ser um esporte extremamente democrático.

ArteO futebol, oriundo da Inglaterra, chega ao Brasil de forma elitista e racista. Proibido aos negros,
mestiços e brancos pobres, teve uma resistência enorme das classes dominantes, porém teve
que curvar-se à insistência da grande maioria menos favorecida, tornando-se o esporte-rei e
mais que isso, pela habilidade e magia de nossos atletas, um estilo de arte. Passes, dribles,
fintas, a malemolência à ginga, coisas buscadas nas danças, na própria capoeira, cultura nossa,
nos diferenciaram dos demais atletas do mundo inteiro.

Mário de Andrade, em crônicas de 1939: "Eu é que já estava longe, me refugiando na arte. Que
coisa lindíssima, que bailado mirífico um jogo de futebol! Era Minerva dando palmadas num
Dionísio adolescente e já completamente embriagado... Havia umas rasteiras sutis, uns jeitos
sambalísticos de enganar, tantas esperanças davam aqueles volteios rapidíssimos..."


O futebol, mais do que prática esportiva, é uma oportunidade prática de se exercitar a cidadania.
Portanto, mais do que constatação, interpretação e paradigma do Brasil, o futebol é proposta, é
projeto e desejo da coletividade.

Murad, destaca ainda, em sua obra, que "nada melhor que o futebol para totalizar o país, tanto
na prática quanto na teoria." Sendo que o conceito aqui exposto sobre totalidade, nada tem a ver
com aquele que remete à ideologia da democracia racial, mascaramento simbólico da realidade e
sim originário da tradição dialética. Desde Hegel, o conceito de totalidade inclui a contradição, o
antagonismo e o conflito.

Integração social
Roberto Da Matta, em Antropologia do óbvio: notas em torno do significadosocial do futebol
brasileiro, in Dossiê Futebol, Revista USP, jun/jul/ago 1994, diz "As raízes do futebol se espalham pelas esferas da realidade social, pois, diferentemente de outras instituições, o futebol reúne muita coisa na sua invejável multivocalidade. É uma estrutura totalizante em sua acepção
teórica".

Segundo Murad, para os deficientes, oferece uma gama extraordinária de chances de participação social, como meio de integração e reeducação.

Enfoca ainda outras experiências com o futebol no manicômio judiciário e sistema penitenciário,
onde grandes craques do passado, tais como Jairzinho, Afonsinho, Reinaldo, Nilton Santos, Belini
e Pelé, participaram, levando aos que ali estavam, lembranças agradáveis de momentos
importantes.

Janet Lever, em A Loucura do Futebol, Editora Record, 1983, cita que "Em uma das obras clássicas da Sociologia, Émile Dürkheim sugere que a religião é menos importante como um conjunto específico de crenças e divindades do que como uma oportunidade para a reafirmação
pública da comunidade... Apesar da ausência de vínculos sangüíneos, os homens da tribo sentem
que estão relacionados entre si porque partilham um totem. O culto a uma equipe esportiva,
como o culto a um animal, faz com que todos os participantes se tornem altamente conscientes
de pertencerem a um coletivo. Ao aceitarem que uma equipe em particular os representem
simbolicamente, as pessoas desfrutam um parentesco ritual, baseado neste vínculo comum".

Individual e coletivo
O imprevisível e a improvisação, que parecem diferentes, são marcantes no futebol.
Transportando para as relações sociais no Brasil, torna-se difícil a improvisação e as noções de
imprevisibilidade na vida diária de nosso povo.

O futebol é para os brasileiros, um misto de necessidades imediatas e práticas de luta e
obtenção de resultados e objetivos e ao mesmo tempo a expressão de alegria e da arte popular,
expressando uma sintonia entre o individual e o coletivo, dentro e fora dos gramados. Para
exemplificar o exposto acima, vejamos: "eu sou colorado" ou "eu sou gremista".

Eu = individualidade
Sou = identidade
Time = coletividade

Na Copa do Mundo, a maior comprovação sociológica, é que o brasileiro é capaz, independente
da camada social, de organizar-se nas ruas e espaços comunitários para numa ação conjunta
mostrar toda a sua cidadania.

Como modalidade desportiva mais popular do mundo, o futebol cria espaços públicos
permissíveis a experiências comunitárias sensacionais. A cultura da massa brasileira comprova
que nenhuma outra manifestação tem paralelo com o futebol.

As três instituições mais presentes na vida brasileira são um templo religioso a cadeia pública e o
campinho de futebol, independente do lugar ser pequeno, médio ou grande. Às vezes falta a
cadeia ou o templo religioso, porém o campo de futebol está sempre presente, sendo o espaço
público mais perene da vida brasileira.

Encerrando este capítulo entre a sociologia e o futebol, não estamos encerrando o jogo, com
certeza. O futebol tem tido uma estreita relação com a música popular brasileira em sua estética
com os imortais: Noel Rosa, Lupicínio Rodrigues, Lamartine Babo, Tom Jobim, Gilberto Gil,
Moraes Moreira e Chico Buarque de Holanda que declarou: "Minha primeira paixão é o futebol".

O futebol e a música popular brasileira andam juntos desde os anos 30, levando o futebol para o
campo de sua poesia e fez dele protagonista ou coadjuvante de importantes letras. Músicas de
Carnaval e marchinhas falaram de futebol, pois Carnaval e futebol além de possuírem identidade
histórica, são manifestações populares das mais sérias que este país possui.

E assim podemos ainda citar o futebol na Literatura Brasileira, no cinema brasileiro, o olhar
feminino no futebol, mitos do futebol brasileiro e nosso poeta maior, Carlos Drummond de
Andrade sentenciou: "Como ficou chato ser moderno, eu agora quero ser mesmo é eterno".


Este texto é de:
Jober Teixeira Júnior é professor e titular das cadeiras de Futebol e Futsal da Facos (RS)
Comentarista da Guaiba
Coordenador da Ulbra.
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30/07/2006 - 02h01

Masculinidade voltou à moda, diz professor de sociologia

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SÉRGIO DÁVILA
da Folha de S. Paulo, em Washington

"Não há nada errado em olhar sua mulher fundo nos olhos e dizer, sem medo: Sim, querida, em algumas situações, eu sou superior a você." Quem diz isso não é Zeca Bordoada, personagem que era o estereótipo do machão popularizado pelo extinto "TV Pirata", mas um dos titulares de filosofia política de Harvard, uma das universidades mais prestigiosas do mundo.

Harvey Mansfield é autor do recém-lançado "Manliness" (masculinidade, Yale University Press, 2006), em que defende os pontos da frase acima: homens são diferentes das mulheres, sim, em alguns aspectos superiores, e deveriam ter orgulho disso. Ah, e o metrossexual é uma aberração da natureza e deveria morrer. Em seu lugar, o retrossexual. Seu livro abriu caminho para uma série de outras manifestações culturais que vão na mesma linha e pregam uma certa renascença, vá lá, do "machismo esclarecido".

Polêmicas não são estranhas a esse professor de sociologia de 74 anos, que ensina em Harvard desde 1962 e se casou em 1979 com uma ex-estudante sua, Delba Winthrop. Quando o ex-reitor Lawrence Summers anunciou que iria deixar seu cargo, depois de uma série de brigas com diversos setores de universidade, ele foi um dos únicos a ir a público em defesa do amigo. Também foi das poucas vozes a defender o intrusivo programa de vigilância doméstica implantado pelo presidente George W. Bush.

Na entrevista que deu à Folha, por telefone, Mansfield explica a teoria que defende em "Manliness", de que vivemos numa sociedade "comum de dois gêneros", e por que isso é ruim.



FOLHA - O sr. foi citado por um jornal dizendo: "Os homens devem parar de ter vergonha de ser homens". Como assim?

HARVEY MANSFIELD - Os homens de hoje em dia vivem em uma sociedade comum de dois gêneros, uma sociedade em que o seu gênero deve importar o menos possível, portanto as diferenças entre os dois sexos são geralmente desprezadas e quase apagadas. Mas é uma característica do homem-macho que ele insista em seu sexo, em seu gênero e nas características que acompanham o seu gênero. Acredito, portanto, que a masculinidade bata de frente com essa sociedade comum de dois gêneros. Esse é o motivo principal pelo qual eu escrevi o meu livro. Vem deste conflito a razão do meu trabalho.

FOLHA - Como o sr. categorizaria o metrossexual dentro desta sociedade?

MANSFIELD - O metrossexual é o oposto do homem-macho, ele enfatiza o homem sensível. O homem sensível tenta ser aceito pelas mulheres pela proximidade que tem com elas e talvez também por outras pessoas, mas principalmente pelas mulheres. O metrossexual quer agradar, enquanto o homem-macho nem percebe que há outras pessoas em sua volta. Ele nem pensa em que impressão pode passar fazendo as coisas de um jeito ou de outro. Ele não tenta ser aceito, ele está feliz de ser como é, de ser diferente.

FOLHA - Vários artigos mencionam o seu livro como a plataforma intelectual de um fenômeno que está sendo chamado de "dudelit", que tem no escritor Maddox a face mais evidente. A "Time" batizou o mesmo fenômeno de "Menaissance". Existe mesmo esse movimento?

MANSFIELD - Sim, e me sinto muito honrado, acho o fenômeno interessantíssimo e gosto de ver que está ganhando espaço na mídia. Meu livro provocou muito mais respostas do que imaginava. Acho que a masculinidade está voltando à moda e que o feminismo está perdendo espaço, com certeza as mulheres estão insistindo menos em viver em uma sociedade comum de dois gêneros.

FOLHA - O sr. leu o livro de Maddox, "The Alphabet of Manliness" (o alfabeto da masculinidade)?

MANSFIELD - Sim. Gostei muito, ele tem razão em tudo o que diz [risos].

FOLHA - Qual a diferença entre masculinidade e machismo?

MANSFIELD - Acho que o machismo é uma masculinidade levada ao extremo, e pelo que eu sei os homens latinos gostam de praticá-lo. Sou favorável ao machismo, porque acho que, para enfatizar uma idéia, às vezes é necessário exagerar um pouco. Mas é necessário fazer a distinção entre ser masculino e ser sexy, e acredito que os latinos nem sempre fazem essa distinção. Acho que o ator italiano Marcello Mastroianni era um homem muito sexy. Sexy no meu ponto de vista está mais próximo do conceito de homem sensível que do homem-macho. Acho que o John Wayne seria um bom exemplo de como é o homem-macho, ele é muito masculino. Ele é atraente para as mulheres, mas não parecia prestar atenção a isso.

FOLHA - Então um homem-macho seria aquele que acorda de manhã e não se olha no espelho, é isso?

MANSFIELD - Exatamente.

FOLHA - O sr. concorda com analistas que dizem que existe uma propaganda feminista por trás do retrato feito dos homens na cultura popular atual?

MANSFIELD - Sim, mas há algumas exceções. O programa de TV "Desperate Housewives", por exemplo, mostra muito bem os problemas dessa cultura dominada pelo feminismo. Mostra que os homens e as mulheres são diferentes, e o que acontece quando você tenta agir como se as diferenças não existissem. Em alguns episódios, os sexos trocam de papéis, e isso nunca funciona muito bem. É diferente do modo como os homens eram retratados em "Sex and the City". Aquele programa era completamente dominado pela propaganda feminista, que eu particularmente acho muito irritante. Mas eu tento tratar o feminismo de maneira séria, no meu livro há um capítulo todo dedicado ao assunto.

FOLHA - Para voltar a "Desperate Housewives", qual homem o senhor acha que melhor representa essa masculinidade a que o sr. se refere? Carlos, o latino, ou Mike, o encanador?

MANSFIELD - Os dois são bons exemplos do homem-macho, mas ainda acho que o latino se sai melhor [risos].

FOLHA - O seu livro prega que as pessoas deveriam voltar aos seus papéis tradicionais, "como a natureza queria". O sr. também afirma que sim, as mulheres são inferiores aos homens em certos aspectos. O senhor quer dizer que os homens deveriam caçar e as mulheres deveriam ficar em casa procriando?

MANSFIELD - Isso seria simples demais, já avançamos socialmente e biologicamente demais para isso. Vivemos em sociedades avançadas, que transformaram um pouco os papéis que os homens e as mulheres devem cumprir. As mulheres não podem ser tão tradicionais como deveriam ser, elas precisam trabalhar para ajudar a sustentar suas famílias. E também não há mais trabalho suficiente em uma casa para uma mulher fazer depois que os filhos estão crescidos, elas ficam sem ocupação. Também acho que as mulheres de hoje dão valor ao reconhecimento que recebem por ter um trabalho. Esta parte do feminismo é muito boa, e nós nos ajustamos bem ao fato de que as mulheres estejam no mercado de trabalho. Mas as relações em casa é que estão mais confusas, e é lá que eu acho que a tradição precisa ser mais respeitada.

FOLHA - O senhor liga o feminismo ao marxismo e à esquerda. Pode elaborar mais?

MANSFIELD - O grande inimigo do feminismo é a divisão do trabalho pelos sexos. E é esse também o grande inimigo de Marx, mas com um outro ângulo. Preste atenção ao modo como a sociedade comunista é descrita, a idéia de que você deve ser sempre apto a mudar de papel, de ser muito flexível e nunca ficar parado em uma mesma rota. A causa original da divisão de trabalho é sexual, portanto o comunismo aponta para a direção de uma sociedade comum aos dois sexos. E é muito claro que as primeiras feministas nos EUA, assim como na Europa, como Simone de Beauvoir, vieram da esquerda.

FOLHA - O seu livro foi enxovalhado pelos liberais. Como o senhor lida com a crítica?

MANSFIELD - Dou de ombros. Não sou mais jovem e sou um dos poucos conservadores em Harvard, então estou muito acostumado a ser criticado, já tenho uma proteção natural.

FOLHA - O sr. é casado, e sua mulher trabalha. O sr. faz algum trabalho doméstico?

MANSFIELD - Sim, mas não muito. Mais do que gostaria [risos]. Eu lavo os pratos, tiro o lixo, mas essas são funções muito masculinas. Mas eu até lavo a roupa uma vez ou outra.

FOLHA - E quem é o homem da casa?

MANSFIELD - Eu sou o homem da casa, mas é ela quem manda [risos].