segunda-feira, 27 de julho de 2015

Boa noite, Turma! A postagem abaixo serve como revisão. Aproveitem.

Resultado de imagem para mapas politicos antigos do brasil




Urbanização e industrialização no espaço brasileiro
7ºC

1 – Numere de acordo com a ordem dos acontecimentos  que nos permitem compreender  o processo de expansão  urbana das cidades brasileiras:
FORTES
BRASÍLIA
PRIMEIRAS VILAS
PRIMEIRA CAPITAL, SÃO SALVADOR
CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
SEGUNDA CAPITAL, RIO DE JANEIRO
MUNICÍPIOS
2- DIFERENCIE MUNICÍPIO E CIDADE.
3- CITE MOTIVOS PARA O CRESCIMENTO DAS VILAS.
4 – CITE FATORES QUE PROVOCARAM UMA ACELERAÇÃO NO PROCESSO DE URBANIZAÇÃO.
5 – EXPLIQUE O MOTIVO  DO CRESCIMENTO POPULACIONAL E URBANIZAÇÃO  NO EIXO RIO- SÃO PAULO.
6-RELACIONE A I GUERRA MUNDIAL E A INDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL.
7-O QUE ACONTECEU COM A INDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL APÓS A II GUERRA MUNDIAL/
8 – CITE ALGUMAS INDÚSTRIAS DE BASE CRIADAS POR INICIATIVA DO GOVERNO NAS DÉCADAS DE 1940 E 1950.
9- CITE FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A CONCENTRAÇÃO DA ATIVIDADE INDUSTRIAL NO SUDESTE.

10-POR QUE SÃO PAULO PODE SER CONSIDERADA  UMA METRÓPOLE MUNDIAL?



Boa noite, Turma!

Olá, Pessoal dos 9A e B!









ATIVIDADE 9ºA,B


1-  Qual país, muito grande em área,  pertence a dois continentes, a Europa e a Ásia ?  Dica : a divisão, ou fronteira, continental desse país é marcada pelos Montes Urais. 


2-  Qual fator teria contribuído para que a Europa seja um continente com a história  marcada por grande número de guerras? 

.3- Cite as cadeias de montanhas da Europa. 

4-  Quais são os principais rios da Europa, cujos vales formam planícies densamente povoadas? 

5- Devido ao seu contorno recortado a Europa possui inúmeras penínsulas.  Relacione as colunas abaixo, de maneira a unir as penínsulas com os países do seu entorno. 



 Penínsulas                                             Países 

      A  -    Jutlândia                    (   )   Noruega e Suécia

      B  -    Escandinava               (   )   Grécia, Albânia
      C-      Balcânica                    (   )   Portugal e Espanha
      D-      Ibérica                         (   )   Dinamarca 
      E-      Itálica                           (   )   Itália 



6- Por que na Europa temos a predominância de climas temperados ?  




7- Em qual região da Europa faz mais frio ?  Explique.



8- No continente europeu encontramos uma variação climática com peculiaridade única: no inverno chove mais do que no verão. Que clima é esse ?  Abrange qual região  ? 


9 – O que é climograma? Explique os climogramas das páginas 77 a 80.
10 –o que é aurora boreal?
11- Sobre as estruturas  geológicas, cite uma formação antiga e uma formação recente da Europa.
12-Cite os maiores produtores europeus de petróleo.
13- Cite os  três países europeus  que mais produzem energia nuclear.

14- Identifique no mapa os seguintes países:

ALEMANHA- PORTUGAL- FRANÇA- UCRÂNIA- ITÁLIA-ALBÂNIA-NORUEGA-REINO UNIDO-

sábado, 25 de julho de 2015

Boa noite, Turma!


Abaixo , algumas questões sobre as reportagens do blog anterior e um Estudo dirigido com os principais pontos da II Unidade. Ânimo, estudem!



1 - A notícia postada anteriormente foi do dia 21/09/2014 coloca que o IBGE admite erros na Pnad. O que esses erros podem gerar?
2- Como podemos entender o índice Gini?
3- Qual o valor correto do Gini para 2013, segundo o IBGE?
4-Quais os números corretos da divisão entre sexos no Brasil?
5- O que significa Pnad?
6-Cite Estados que apresentaram seus resultados alterados.
7- Segundo o IBGE, qual o motivo do erro?
8- O que o Índice Gini divulgou sobre a desigualdade em Sergipe?








ESTUDO DIRIGIDO: UNIDADE II
8ºA,B,C
1-   Cite fatores que influenciam as condições de vida da população.
2-   De que forma podemos relacionar o IDH com a regionalização do mundo?
3-   Cite alguns motivos da dificuldade de países subdesenvolvidos  reverterem seu ciclo de condições sociais e econômicas precárias.
4-   Quando se deu a regionalização do mundo por critérios de desenvolvimento?
5-   Explique a origem do subdesenvolvimento.
6-   Caracterize a nova DIT.
7-   Por que o desenvolvimento não deve ser entendido como um modelo a ser seguido?
8-   Todos os países subdesenvolvidos apresentam o mesmo nível de pobreza? Dê exemplos.
9-   -Defina e dê exemplos de países emergentes.
O que é o G20?Escreva um parágrafo sobre a desigualdade de renda no Brasil e no mundo.
10-               O que é geopolítica?
11-               O que deu início a II Guerra?
12-               O Brasil participou da II Guerra? Como? Qual foi o presidente que autorizou?
13-               Qual o objetivo da criação da ONU?Cite outras organizações internacionais criadas no pós-guerra.
14-               Explique a expressão mundo bipolar.
15-               Cite 4 características do socialismo e 4 características do capitalismo.
16-               17- explique a lei da oferta e da procura.
17-               Como se deu o fim da guerra fria? Qual o símbolo desse acontecimento histórico?
18-               Como a Alemanha ficou dividida durante a Guerra Fria? Explique.
19-               Quais as condições fundamentais da globalização.
20-               Cite alguns impactos do processo de globalização econômica sobre os homens e sobre o planeta.
21-               A que se deve  boa parte desses impactos/
22-               Cite e explique o papel de países como China e Brasil na Nova DIT.
23-               Acabaram as diferenças entre países centrais e periféricos?
24-               -Cite  alguns blocos econômicos. Qual o mais antigo e mais forte?

25-               Cite algumas instituições da ONU.

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios referente a 2013


Leiam as notícias abaixo e façam um resumo.

 O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) corrigiu nesta sexta feira (19) dados que constavam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios referente a 2013, divulgada na última quinta (18). A presidente do instituto, Wasmália Bivar, pediu desculpas por erros "extremamente graves" durante entrevista coletiva no Rio. O problema está relacionado aos números das regiões metropolitanas de sete estados brasileiros.

pnad correção (Foto: Editoria de Arte/G1)
O equívoco afetou diversos índices divulgados, como analfabetismo e o índice de Gini, que calcula o nível de desigualdade no país. O valor desse índice varia de zero (a perfeita igualdade) até um (a desigualdade máxima).
Segundo o IBGE, a desigualdade de renda proveniente do trabalho diminuiu em vez de aumentar, como primeiramente constava na pesquisa divulgada. Na quinta foi informado que o índice foi de 0,496 (em 2012) para 0,498 (em 2013). Mas o número correto, segundo o IBGE, é de 0,495.
O índice de analfabetismo caiu de 8,7%, em 2012, para 8,5% em 2013 - e não 8,3% como primeiramente informado. O número médio de anos de estudo dos brasileiros com dez ou mais anos de idade aumentou de 7,5 para 7,6.
Os números corretos da divisão da população entre sexos são de 51,4% (mulheres) e 48,6% (homens).
A taxa de desocupação foi mantida em 6,5%, como originalmente informado, uma alta em relação a 2012 que era de 6,1%. Mas o aumento da população desocupada, segundo o anúncio do IBGE, foi menor: não era 7,2% e sim 6,3%. São 6,6 milhões de pessoas desocupadas.
Também houve correção sobre a queda de emprego de jovens entre 5 e 17 anos. O dado correto é de 10,6%.
O IBGE divulgou um link que reúne as correções da Pnad 2013.
"Desculpas pelo transtorno"
O diretor de Pesquisas do IBGE, Roberto Olinto, disse que não houve interferência política (veja vídeo acima).
"Não há o menor indício de pressão. Nós encaramos o fato como um acidente estritamente técnico e que será investigado. O processo do trabalho será investigado. O IBGE está extremamente abalado por isso, mas identificado o erro, ele é assumido", afirmou.
A presidente do IBGE disse que o instituto "errou e nós pedimos desculpas pelos transtornos. Estamos aqui abatidos com esse erro. Vamos fazer o máximo possível para esclarecer".
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, declarou que o governo está "chocado" com os erros informou que serão criadas duas comissões para avaliar a consistência da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio (Pnad) e encontrar as razões da falha e identifcar os eventuais responsáveis.
Bivar disse que irá continuar no IBGE: "Confortável não estou como servidora do IBGE, mas como presidente não quero ser vista como a pessoa dos momentos bons. Vou continuar como capitão que fica com sua equipe e seu navio".
Greve
Segundo Olinto, a greve recente de funcionários do instituto não atrapalhou o processo. Em abril, o instituto decidiu suspender até janeiro de 2015 a divulgação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), lançada para substituir a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), através de uma metodologia mais abrangente. No entanto, voltou atrás em maio.
À época, por causa da suspensão da divulgação, a então diretora de Pesquisa do IBGE, Marcia Quintslr, pediu exoneração do cargo. Ela comandava uma das 4 diretorias do IBGE, que em conjunto com 3 coordenadores compõem o conselho diretor do instituto, e discordou da suspensão. Técnicos do instituto também protestaram contra a suspensão, e propuseram entrar em greve.
Segundo a nota divulgada os erros ocorreram no processo de expansão da amostra do Pnad 2013, o que provocou alterações nos resultados de sete estados: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.
"No processo de expansão da amostra da PNAD 2013, foi utilizada, equivocadamente, a projeção de população referente a todas as áreas metropolitanas em vez da projeção de população da Região Metropolitana na qual está inserida a capital", diz nota divulgada.
O instituto também afirma que "ao constatar esse erro o IBGE tomou imediatamente as seguintes providências: recalculou os novos fatores de expansão; as estimativas de indicadores; e refez o plano tabular, com suas respectivas precisões".



http://g1.globo.com/






Notícia

Desigualdade social cai em 73% dos municípios de Sergipe em uma década

De acordo com o estudo, 55 municípios sergipanos reduziram a desigualdade no período
07 de Agosto de 2013 | 07:11
Nos últimos dez anos, Sergipe conseguiu diminuir a diferença entre ricos e pobres em 73% de seus municípios. É o que aponta análise do Observatório de Sergipe, da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), com base nos dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil de 2013, divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

De acordo com o estudo, 55 municípios sergipanos reduziram a desigualdade entre 2000 e 2010. Isso equivale a 73% dos municípios do Estado. Destes municípios, 23 (42%) tiveram redução superior a 10% em relação ao ano de 2000. Segundo Marcel Resende, superintendente de Estudos e Pesquisas da Seplag, a maior queda da desigualdade aconteceu no município de Frei Paulo, no território Agreste Central.

“Este município viu seu índice de Gini cair de 0,62 em 2000 para 0,48, uma redução de 22,58%. A escala varia de zero a 1. Isso significa que se os 13.854 mil moradores de Frei Paulo tivessem uma renda igual, o índice seria 0. Se um deles concentrasse toda a renda da cidade, o Gini seria 1. Pinhão e Ribeirópolis, também localizados no Agreste Central, obtiveram a segunda e terceira maior redução da desigualdade com -20,75% e -19,64%, respectivamente. Inclusive, dos dez municípios com maior redução da desigualdade, segundo o índice de Gini, cinco são do território Agreste Central”, explica Marcel Resende.

Colocações 
Entre os 55 municípios que registraram redução da desigualdade, Aracaju foi o último colocado, com uma redução equivalente a 1,59% do Índice de Gini na última década. Além dele, Tobias Barreto (-1,79%), Carmópolis (-1,79%), Campo do Brito (-1,82%) e Brejo Grande (-1,92%), tiveram os menores aumentos percentuais do Índice de Gini.

“Sete municípios de Sergipe (cerca de 9% do total) mantiveram o mesmo valor do Índice de Gini: Aquidabã, Canhoba, Gararu, Monte Alegre de Sergipe, Nossa Senhora de Lourdes, Nossa Senhora do Socorro e Riachão do Dantas. Analisando os dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil de 2013, é possível observar que 13 municípios sergipanos (cerca de 17% do total de municípios) aumentaram seus índices de Gini, ou seja, aumentaram a desigualdade entre seus habitantes”, ressalta Márcio Reis, diretor de Geografia e Cartografia da Seplag,

O município de Pedra Mole, no Agreste Central, foi o que apresentou maior aumento (acima de 17%) do Índice de Gini, passando de 0,46 em 2000 para 0,54 em 2010. Na sequência, aparecem os municípios de Cedro de São João, Baixo São Francisco, com 12,77% a mais, Graccho Cardoso, 12%, Cumbe, 11,36% e Santa Luzia do Itanhy com 10,42%, fechando a lista dos cinco municípios com maiores aumentos percentuais da desigualdade no estado de Sergipe.
http://www.agencia.se.gov.br/

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Bom dia Turma! 8A,B,C - Façam a leitura da II Unidade, é melhor não deixar tudo para a última hora.

Tema 2
| O mundo globalizado
74
Capítulo 3: O desenvolvimento e as desigualdades entre os países
76
Indicadores sociais e econômicos no mundo 77
A regionalização do mundo 82
O desenvolvimento dependente 83
Aprofundando e refletindo 90
Atividades
93
Capítulo 4: Da geopolítica do pós-guerra à globalização
96
O mundo dividido após a Segunda Guerra Mundial 97
Os dois sistemas político-econômicos 104
A expansão do sistema capitalista e a globalização 108
A formação dos blocos econômicos 114
Aprofundando e refletindo 116
Atividades
120
Revendo o tema 121
Geografia e cultura 123
Projeto II — Homens e mulheres: os mesmos direitos? 125

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Boa noite, Turmas dos 9A e 9B!













Décadas de “branqueamento”


Segundo especialista, racismo, restrição e vazio legal marcam a sequência de leis sobre imigração no país
     
 27/12/2011
Eduardo Sales de Lima,
da Reportagem  
    

“Em 1890, ficou bastante claro que um dos objetivos do incentivo à imigração europeia, além dos ligados à economia, era o branqueamento da população do Brasil”. É o que aponta Camila Baraldi, doutoranda de Relações Internacionais na USP, assessora de estudos do Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante – CDHIC.       
Segundo ela, o país possui uma sequência de leis que restringiram ao máximo a vida de estrangeiros e, num primeiro instante, havia um forte cunho “racista” nelas. “O art. 1º do Decreto 528 de 1890 dispunha que era inteiramente livre a entrada de trabalhadores, exceção feita aos indígenas da Ásia ou da África, que necessitavam autorização do Congresso Nacional. Com essa política, entre 1877 e 1930, o Brasil recebeu cerca de quatro milhões de imigrantes”, lembra.         
Por conseguinte, como explica, as Constituições seguintes de 1934 e 1937 se mostraram mais restritivas. A concentração de imigrantes de mesma nacionalidade e isolados nos núcleos coloniais gerava o temor no governo central do desenvolvimento de comunidades paralelas.        
Num levantamento feito por Camila, ela evidencia que a Constituição de 1937 mantinha o sistema de cotas em seu artigo 151 e o Decreto-Lei 406 de 1938, primeira lei sobre estrangeiros do Brasil, possuía um capítulo, o VIII, intitulado Concentração e Assimilação, o qual determinava que “nenhum núcleo colonial (...) será constituído por estrangeiros de uma só nacionalidade”, fixando os percentuais da composição destes núcleos a serem preenchidos por brasileiros e estrangeiros.         
Após alguns anos, tanto na Constituição de 1967 (art. 8º, XVII) como na de 1988 (art. 22, XV) o objetivo da política migratória não consta mais na Constituição, que se limita a dizer que é de competência da União legislar sobre emigração e imigração, entrada, extradição e expulsão de estrangeiros. “Se, na Constituição de 1967, isso representou uma abertura diante das disposições racistas anteriores, na Constituição de 1988, democrática e garantista, a questão da imigração, em um momento em que não havia grandes movimentos migratórios para e a partir do Brasil, foi ignorada, não tendo sido objeto de maiores garantias”, destaca Camila.       
Segundo ela, na ausência de objetivos migratórios definidos constitucionalmente nas duas últimas Constituições, a lei ordinária aplicável aos imigrantes, Lei nº 6.185 de 1980, conhecida como Estatuto do Estrangeiro, é que cumpriu esta tarefa desde a sua promulgação. A partir de então, trata-se de regular a entrada de estrangeiros e o cerne dessa legislação é a defesa do mercado de trabalho nacional e da segurança nacional.  
http://www.brasildefato.com.br/node/8526

Boa noite, Turma! Esta postagem servirá como base para o nosso trabalho em sala. Atenção, 8A,B,C!

Notícias do Jornal da Cidade
14/07/2015 ÀS 09H31 - MUNDO

Grécia: privatizações poderão beneficiar a China, diz jornal

"Acordo sobre a Grécia pode abrir a porta à China", diz a manchete de hoje do China Daily,
Por: Agência Brasil

O pacote de privatizações previsto no acordo entre o governo grego e os líderes da zona do euro pode atrair para a Grécia novos investimentos da China, anunciou hoje um jornal oficial chinês.
"Acordo sobre a Grécia pode abrir a porta à China", diz a manchete de hoje do China Daily, o principal jornal oficial de língua inglesa do país.
Um consultor financeiro grego citado pelo jornal exorta o primeiro-ministro do país, Alexis Tsipras, a "visitar brevemente" Pequim.
"Acho que [Alexis] Tsipras devia ir à China debater investimentos em infraestrutura, transportes e energia e abordar bancos chineses que poderão fornecer financiamentos suplementares", defendeu Christos Vlachos, sócio -gerente da empresa Silky Finance.
"Isso deve ser a prioridade de Tsipras depois de o acordo com Bruxelas ser finalizado", acrescentou.
Uma analista financeira chinesa, citada pelo mesmo jornal, sustenta também que "a China poderá se beneficiar do potencial" proporcionado pelo programa de privatizações da Grécia, sobretudo na área dos portos, mas alerta que o governo chinês deve ser "prudente" quanto à aquisição de títulos da divida grega.
A China é a segunda economia mundial, com um volume de reservas cambiais estimado em 3,8 bilhões de dólares (3,45 bilhões de euros), e um importante investidor na Grécia.



Junho foi o mês mais quente desde o fim do século 19
1

Do UOL, em São Paulo (SP)


  • Geleiras derretem na montanha Sapukonglagabo, no Tibete
    Geleiras derretem na montanha Sapukonglagabo, no Tibete
O mês de junho de 2015 foi o mês mais quente registrado no planeta Terra desde que o registro de temperaturas começou a ser feito em 1880. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (20) pela Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês). Os primeiros seis meses deste ano também foram marcados por temperaturas recordes para o período, o que demonstra que o aquecimento global continua a não dar trégua. 
ano passado já havia sido o mais quente desde que se tem registro, mas 2015 deve bater esse recorde, segundo os cientistas.

A temperatura média em junho na terra e nos oceanos foi 0,88°C superior à média do século 20, acrescentou a Noaa em um comunicado. No primeiro semestre de 2015, a temperatura média foi 0,85°C superior à média do século 20, ainda de acordo com a Noaa.

O recorde anterior de temperatura em um mês de junho foi em 2014, e o do primeiro semestre do ano, em 2010.
Relatório de 2014 
Outro relatório da Noaa, divulgado na última quinta-feira (16), deu um prognóstico mais preciso sobre os efeitos do aquecimento global no mundo, no ano de 2014. Praticamente todos os continentes registraram recordes de temperatura. O relatório foi produzido com dados de 413 cientistas, em 58 países, e segundo o documento, as geleiras continuam encolhendo, o gelo do Alasca segue derretendo em uma rápida velocidade e o gelo do Ártico continua em declínio. 
Nível dos oceanos
Na última semana, um estudo publicado na revista científica Science mostrou que os oceanos devem subir pelo menos seis metros, mesmo que o aquecimento global fique limitado aos 2ºC como tentam os países. Isso deve afetar mais de 375 milhões de pessoas que moram em regiões baixas ou costeiras.
Mudanças nos hábitos dos animais
Outro estudo recente mostrou que pela primeira vez ursos polares foram vistos se alimentando de golfinhos no Ártico, algo que pode ser uma consequência direta das mudanças climáticas, segundo os cientistas.
(Com informações da AFP)

21/07/2015 06h28 - Atualizado em 21/07/2015 18h03

Prefeitos brasileiros vão a encontro sobre desenvolvimento no Vaticano

Fernando Haddad e outros mandatários foram à Santa Sé para evento.
Tema do encontro é o desenvolvimento sustentável das cidades.

Do G1, em São Paulo
  •  
Papa Francisco cumprimenta Ignazio Marino, prefeito de Roma, durante conferência nesta terça-feira (21) no Vaticano (Foto: AP Photo/L'Ossservatore Romano, Pool)Papa Francisco cumprimenta Ignazio Marino, prefeito de Roma, durante conferência nesta terça-feira (21) no Vaticano; Fernando Haddad, prefeito de São Paulo é visto na mesma fileira, em frente ao Papa (Foto: AP Photo/L'Ossservatore Romano, Pool)
Diversos prefeitos brasileiros, entre eles o de São Paulo, Fernando Haddad (PT), participavam nesta terça-feira (21) de uma audiência sobre o desenvolvimento sustentável das cidades noVaticano. O tema sustentabilidade foi um dos pilares da encíclica [carta circular] do Papa divulgada no mês de junho.
Haddad falou sobre sustentabilidade e desenvolvimento humano por volta das 11h30 locais (6h30 de Brasília). Além dele, também foram ao Vaticano o presidente da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) Marcio Lacerda, de Belo Horizonte, e ACM Neto, de Salvador, entre outros.
Prefeitos de outras cidades do mundo também estavam presentes, como o de Nova York, Bill de Blasio.
Está previsto um encontro da delegação brasileira com o Papa Francisco, no qual eles entregarão uma carta ao pontífice(leia na íntegra abaixo).
Prefeitos de todo o mundo participam de seminário sobre desenvolvimento sustentável no Vaticano nesta terça-feira (21) (Foto: Gregorio Borgia/AP)Prefeitos de todo o mundo participam de seminário sobre desenvolvimento sustentável no Vaticano nesta terça-feira (21) (Foto: Gregorio Borgia/AP)
"A escravidão ainda existe em nossas cidades, incluindo aqui em Roma", disse o prefeito da capital italiana Ignazio Marino.
Ex-cirurgião, Marino denunciou o tráfico de órgãos, que ele garante que deve crescer, dada a demanda crescente. Cerca de 10.000 operações são realizadas a cada ano para extrair órgãos para o benefício de pacientes ricos em todo o mundo.
Prefeito de Salvador, ACM Neto, faz selfie durante conferência com o Papa Francisco (Foto: Reprodução/ Twitter/ ACM Neto)Prefeito de Salvador, ACM Neto, faz selfie durante
conferência com o Papa Francisco
(Foto: Reprodução/ Twitter/ ACM Neto)
Estas operações ilegais são realizadas principalmente na China, Índia e Paquistão, assegurou.
Mas, advertiu, "a África é a nova fronteira" deste tráfico internacional. O prefeito de Roma também advertiu contra a tentação de legalizar esse tráfico, permitindo a doação de órgãos em troca de remuneração, como, segundo ele, estuda os Estados Unidos.
Testemunhas mexicanas
A conferência, organizada no Vaticano, também ouviu o testemunho de duas jovens mexicanas, Karla Jacinto e Ana Laura Perez Jaimes, ambas feitas "escravas" durante anos em seu país.
Karla foi forçada a se prostituir a partir dos 12 anos, presa em um bordel mexicano onde fez as contas de seus "clientes" até sua libertação aos 16 anos: mais de 42.000.
Ana Laura relatou, por sua vez, como viveu por cinco anos presa em celas e, por vezes, forçada a trabalhar 20 horas por dia, até que conseguiu escapar aos 23 anos.
"Não é possível que isso continue a existis, não é possível que nós permanecemos cegos" para lidar com esta situação, declarou.
"Temos que mudar nosso estilo de vida", defendeu Anne Hidalgo, prefeita de Paris, pedindo a implementação de uma "economia de menor impacto", privilegiando, por exemplo, a reciclagem.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, fala durante encontro de prefeitos sobre desenvolvimento sustentável no Vaticano nesta terça-feira (21) (Foto: Gabriel Bouys/AFP)O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, fala durante encontro de prefeitos sobre desenvolvimento sustentável no Vaticano nesta terça-feira (21) (Foto: Gabriel Bouys/AFP)
Hidalgo agradeceu o convite do Papa, que permitiu comparar as experiências de dezenas de prefeitos em todo o mundo sobre temas chave.

Papa pede firmeza
Durante sua fala, o Papa Francisco exortou a Organização das Nações Unidas (ONU) a adotar uma "postura muito firme" contra a mudança climática na cúpula sobre o aquecimento global marcada para dezembro em Paris.
"Tenho grandes esperanças na cúpula de Paris", declarou o Papa. "Tenho grandes esperanças de que um acordo fundamental seja alcançado. A Organização das Nações Unidas precisa adotar uma postura muito firme nisso."
Francisco, que falou de improviso em espanhol no fim do primeiro dia do evento, declarou esperar que a reunião parisiense trate "particularmente de como ela (mudança climática) afeta o tráfico de pessoas".
No mês passado, Francisco emitiu uma encíclica sobre a mudança climática, a primeira dedicada ao meio ambiente. A exortação para 1,2 bilhão de membros da Igreja pode levar os católicos de todo o mundo a fazer lobby com formuladores de políticas a respeito de temas ecológicos e da mudança climática.
Carta de prefeitos brasileiros
A carta que os prefeitos brasileiros vão entregar ao Papa diz que os governos locais - as Prefeituras - também devem colaborar para reverter a crise climática global e cita metas estabelecidas para desatrelar o desenvolvimento das cidades do aumento de emissões de gases de efeito estufa.

O texto menciona que as mudanças climáticas pioram a qualidade de vida, especialmente da população mais carente, e que, para superar a vulnerabilidade dos mais pobres, adota políticas públicas de inclusão social.

Os prefeitos ainda pedem que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheça a importância dos governos locais na sustentabilidade do mundo e desenvolvimento humano.

Fernando Haddad foi convidado para um seminário com 15 prefeitos de todo o mundo e o governador da Califórnia no Vaticano nos dias 21 e 22 deste mês. O convite foi assinado pelo monsenhor Marcelo Sanches Sorondo, responsável pelo sacro Colégio.

Leia a carta que será entregue ao Papa:

“Declaração dos prefeitos brasileiros

A dificuldade na construção de um acordo internacional entre os chefes de Estado que contemple diretrizes mais audaciosas e efetivas no enfrentamento às mudanças climáticas já tem reflexos na piora da qualidade de vida das pessoas, em especial dos mais pobres. Essa situação coloca em risco os avanços conquistados no enfrentamento da miséria e das desigualdades nas ultimas décadas, refletindo-se no dia-a-dia das cidades que governamos.

Em sintonia com a Encíclica “Laudato Si”, reconhecemos a urgência de atender as necessidades dos mais pobres. Para enfrentar esse injusto cenário de desigualdades os 5.570 prefeitos brasileiros estão empreendendo esforços para que os excluídos possam superar a situação de vulnerabilidade.  São políticas públicas estratégicas de inclusão social abrangendo educação, saúde, habitação, saneamento, transporte público, geração de renda, emprego, empreendedorismo e cooperativismo.

Reconhecemos também a responsabilidade dos governos locais em contribuir com a reversão da atual crise climática global. Há prefeitos brasileiros adotando metas para desatrelar o desenvolvimento das cidades do aumento de emissões de Gases de Efeito Estufa em seus territórios e nos padrões de produção e consumo. E, sabendo que esses esforços iniciais ainda são insuficientes, trabalharemos para incorporar a visão do desenvolvimento urbano de baixo carbono e resiliente às mudanças climáticas nos planejamentos das cidades brasileiras.

Cientes de que as mudanças climáticas são um desafio global, pleiteamos que os governos nacionais, e em especial o governo brasileiro, envide esforços na construção de acordos nacúpula do clima em Paris no final deste ano (COP21) que mantenham o aquecimento global induzido pelo homem abaixo de 2ºC, e tenham como objetivo avançar para níveis mais seguros.

Globalmente, como estratégia para enfrentar esse cenário desastroso, propomos a transferência de recursos e tecnologias dos países desenvolvidos aos países em desenvolvimento, em especial aos mais pobres, e diretamente às cidades, visto que os primeiros são os que historicamente mais consomem recursos naturais e contribuem para o agravamento das mudanças climáticas.

Diante disso, reivindicamos ainda o reconhecimento, pela Organização das Nações Unidas (ONU), dos governos locais como atores fundamentais na promoção da sustentabilidade global e do desenvolvimento humano.
Roma, 20 de Julho de 2015.

Marcio Lacerda – Prefeito de Belo Horizonte (MG) e Presidente da FNP

Fernando Haddad – Prefeito de São Paulo (SP)

Eduardo Paes – Prefeito do Rio de Janeiro (RJ)

ACM Neto – Prefeito de Salvador (BA)

Gustavo Fruet – Prefeito de Curitiba (PR)

José Fortunati - Porto Alegre (RS)

Paulo Garcia – Prefeito de Goiânia (GO)”