domingo, 27 de setembro de 2015

Eclipse lunar hoje!

Bom dia, Turma!

Vamos dormir um pouquinho mais tarde e olhar para o céu, torcendo para conseguir ver o raro fenômeno:


Resultado de imagem para lua de sangue 27 de setembro





Eclipse total da Lua como o deste domingo só se repete em 2033


Os dias que antecedem o domingo, 27 de setembro, têm sido de muita expectativa para a comunidade dos amantes de astronomia. O que todos estão esperando ansiosamente é por um evento bem incomum, no qual um eclipse lunar total vai ocorrer ao mesmo tempo em que uma superlua. Segundo a NASA, a coincidência é tão rara que ocorreu apenas cinco vezes ao longo do século passado, sendo que a última foi em 1982. Depois deste domingo, o fenômeno só deve se repetir em 2033 - mais um motivo para não perder o espetáculo que promete fechar o fim de semana com chave de ouro.
Esta superlua, a segunda de 2015, será a mais próxima da superfície terrestre. E nós brasileiros ainda seremos agraciados com uma vista “de camarote” para o eclipse total.Todo o território de nosso país poderá observar, por volta das 22h, a Lua começar a escurecer e ganhar uma coloração avermelhada, conhecida como “Lua de Sangue”. Cerca de uma hora depois, o astro estará completamente eclipsado, e só voltará ao normal por volta de 1h30 da madrugada de segunda-feira.
As superluas acontecem porque a órbita do nosso satélite natural não é redonda - ela é elíptica. Isso faz com que exista um ponto chamado de perigeu, em que a Lua fica literalmente mais próxima da Terra. A impressão que temos em dias como este domingo é de que ela esteja 30% mais brilhante e 14% maior do que o normal.
Já o eclipse lunar total ocorre quando a Lua passa pela sombra que nosso planeta projeta a partir da luz que recebe do Sol. Os efeitos começam a ser percebidos a olho nu quando o satélite natural entra na região mais central e escura da sombra, chamada de umbra (a área periférica recebe o nome de penumbra). A cor vermelha é resultado da influência da atmosfera terrestre nos raios de luz.
http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/09/eclipse-total-da-lua-como-o-deste-domingo-so-se-repete-em-2033.html

coloração avermelhada do fenômeno lhe rendeu o apelido de 'lua de sangue' (Foto: NASA)




quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Emprego

Bom dia, Turma!

Leiam a notícia abaixo :

EMDAGRO de Sergipe realiza Processo Seletivo para contratar Aprendizes

Interessados devem se inscrever até o dia 28 de setembro de 2015.
Segunda-feira, 21 de setembro de 2015 às 17h08
EMDAGRO de Sergipe realiza Processo Seletivo para contratar Aprendizes
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário (EMDAGRO) de Sergipe, anuncia a realização de Processo Seletivo para o Programa de Contratação de Aprendizes.
Há sete vagas para o período de trabalho Matutino, e podem participar, estudantes com idade entre 16 e 18 anos, matriculados em escolas da rede pública estadual ou municipal, cursando entre o 8ª ano do Ensino Fundamental e 2ª Série do Ensino Médio.
As inscrições devem se realizadas de 22 a 28 de setembro de 2015, no Núcleo Apoio ao Trabalho (NAT), Setor Operacional de Mão de Obra, localizado na Rua Santa Luzia, nº 680, Bairro São José, Aracaju - SE, das 8h às 12h. Não há taxa de inscrição.
Para classificar os participantes haverá aplicação de Prova Objetiva de Conhecimentos Específicos, composta por questões de Matemática e Português, prevista para ser aplicada em 6 de outubro de 2015.
Os novos Aprendizes vão atuar em jornadas semanais de 20 horas, com remuneração correspondente ao salário mínimo/ hora; dentre outros benefícios como vale transporte.
Confira em nosso site o edital com mais informações sobre a oportunidade.
Jornalista: Ynaiê Botelho

https://www.pciconcursos.com.br/noticias/emdagro-de-sergipe-realiza-processo-seletivo-para-contratar-aprendizes

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Enchentes no Japão

Boa Tarde, Turma!

Vamos orar pelas vítimas das enchentes no Japão. Leiam a reportagem abaixo:


Enchentes e deslizamentos de terra no nordeste do Japão forçaram mais de 90 mil pessoas a deixar suas casas.
A cidade de Joso, ao norte da capital, Tóquio, foi atingida por uma tromba d'água após o rio Kinugawa transbordar. Helicópteros tiveram que resgatar pessoas de telhados.
Uma pessoa está desaparecida na região e pelo menos 12 ficaram feridas.
A chuva veio após o tufão Etau trazer ventos de até 125 km/h à região de Aichi.
"Nunca tivemos um aguaceiro desta escala. O perigo é iminente", disse o meteorologista-chefe da agência de meteorologia do Japão, Takuya Deshimaru.
As áreas mais afetadas foram Ibaraki e Tochigi. A agência de meteorologia colocou as duas regiões em nível máximo de alerta.
http://www.bbc.com/portuguese/videos_e_fotos/2015/09/150910_casa_enchente_japao_lab

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Refugiados na Europa

Boa noite, Turma!

O drama dos refugiados nos comove. Abaixo, uma outra visão sobre o assunto.


The U.S Army / Flickr


07/09/2015 - Copyleft

Quem é responsável pela crise de refugiados na Europa?

A crise é o trágico subproduto de uma política criminosa de guerras e de intervenções para mudança de regime, implementadas pelos EUA e pela Europa.


As imagens angustiantes do menino sírio de três anos de idade, primeiro deitado de barriga para baixo, morto, na areia de uma praia turca, em seguida o corpo sem vida embalado por um agente de salvamento, parecem ter aberto os olhos do mundo para a desesperadora crise que tem acontecido diariamente nas fronteiras da Europa.

A família do menino, que se chamava Alan Kurdi, vinha de Kobani, fugindo junto com centenas de milhares de outros sírios. O cerco prolongado do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) e uma intensa campanha de bombardeios dos Estados Unidos deixou a cidade no norte da Síria em ruínas: casas, sistema de abastecimento de água, eletricidade, saneamento e infraestrutura médica, tudo foi destruído. O menino, sua mãe e seu irmão de cinco anos estavam entre os 12 sírios que se afogaram na tentativa de chegar à Grécia. Destruído psicologicamente, seu pai, o único sobrevivente da família, disse que voltaria para a Síria com os corpos, tendo afirmado a parentes que gostaria de morrer e ser enterrado ao lado deles.

Há muitos culpados por essas mortes, que são apenas algumas das milhares de pessoas que perderam as vidas tentando atravessar o Mediterrâneo ou morreram sufocadas após se espremer em vans como sardinhas.

O Governo do Canadá ignorou o pedido feito em junho pela tia do menino, que vive na Columbia Britânica, para conceder asilo à família de Alan.

Os países da União Europeia têm tratado a onda de refugiados com repressão e dissuasão, construindo novas cercas, criando verdadeiros campos de concentração e mobilizando a polícia de choque, para erguer uma Europa fortificada, para manter bem longe famílias desesperadas como a de Alan mesmo que seja preciso condenar milhares e milhares à morte.

E os EUA? Os políticos e a mídia americana continuam convenientemente mudos sobre o papel central de Washington na criação desta tragédia que assistimos em diversas fronteiras da Europa.

O Washington Post, por exemplo, publicou um editorial no início da semana afirmando que “não se pode esperar que a Europa consiga resolver sozinha um problema originado no Afeganistão, no Sudão, na Líbia e, acima de tudo, na Síria”. O New York Times usou o mesmo raciocínio, escrevendo: “As raízes desta catástrofe estão em crises que a União Europeia não pode resolver sozinha: as guerras na Síria e no Iraque, o caos na Líbia...”

Quais são, por sua vez, as "raízes" das crises nestes países, que deram origem a esta "catástrofe"? A resposta a esta pergunta é apenas um retumbante silêncio.

Qualquer consideração séria do que está por trás da onda de refugiados dirigindo-se para a Europa leva à conclusão inevitável de que se trata não apenas de uma tragédia, mas de um crime. Mais precisamente, a crise é o trágico subproduto de uma política criminosa de guerras e de intervenções para mudança de regime, implementadas sistematicamente pelo imperialismo norte-americano com a ajuda e a cumplicidade de seus aliados da Europa Ocidental ao longo de quase 25 anos.

Com a dissolução da União Soviética, em 1991, a elite governante dos EUA concluiu que estava livre para explorar o incomparável poderio militar do país como forma de compensar o processo de declínio econômico do capitalismo americano. Por meio de agressão militar, Washington embarcou na estratégia de estabelecer sua hegemonia sobre os principais mercados e fontes de matérias-primas, começando pelas regiões ricas em energia do Oriente Médio e da Ásia Central.

A estratégia foi resumida de forma simplificada numa frase do Wall Street Journal, logo após a primeira guerra contra o Iraque, em 1991: "O uso da força funciona".

O que o mundo testemunha hoje, com os milhares de refugiados desesperados na tentativa de chegar à Europa, é efeito desta política, mantida desde então.

Em mais de uma década, as guerras do Afeganistão e do Iraque, travadas com o pretexto de serem "contra o terrorismo", e justificadas com mentiras infames sobre "armas iraquianas de destruição em massa", só foram capazes de devastar sociedades inteiras, matando centenas de milhares de homens, mulheres e crianças.

A estas guerras seguiu-se a guerra por mudança de regime – liderada pelos EUA e OTAN – que derrubou o governo de Muammar Gaddafi e transformou a Líbia em um arremedo de país, arruinado pela luta contínua entre milícias rivais. Então veio a guerra civil síria – alimentada, armada e financiada pelo imperialismo norte-americano e seus aliados, com o objetivo de derrubar Bashar Al-Assad e substituí-lo por um fantoche obediente às ordens ocidentais.

As intervenções predatórias na Líbia e na Síria foram feitas em nome dos "direitos humanos" e da "democracia", recebendo o apoio de uma série de organizações de pseudo-esquerda que representam camadas privilegiadas da classe média – o Partido da Esquerda, na Alemanha, o Novo Partido Anticapitalista (NPA), na França, a Organização Internacional Socialista, nos EUA, entre outros. Alguns chegaram a saudar as ações de milícias islamistas armadas e financiadas pela CIA e chamá-las de "revoluções".

A situação atual e a pressão insuportável de morte e destruição que leva centenas de milhares de pessoas à fuga desesperada e fatal representam a confluência de todos estes crimes do imperialismo. A ascensão do ISIS e as guerras civis sectárias e sangrentas em curso no Iraque e na Síria são o produto da devastação do Iraque pelos EUA, seguida do apoio da CIA e dos aliados regionais do imperialismo americano ao ISIS e às milícias islamistas semelhantes na Síria.

Ninguém foi responsabilizado por esses crimes. Bush, Cheney, Rumsfeld, Rice, Powell e outros do Governo Bush, que travaram uma guerra de agressão no Iraque com base em mentiras continuam totalmente impunes. No Governo atual, de Obama para baixo, ainda precisam dar explicações pelas catástrofes que desencadearam na Líbia e na Síria. Os cúmplices são muitos, do Congresso dos Estados Unidos, que tem atuado como um carneirinho no que diz respeito às políticas de guerra, a uma mídia chapa branca, que ajuda a legitimar perante o público americano guerras baseadas em mentiras, passando pelos pseudo-esquerdistas que atribuem um papel progressista ao imperialismo dos EUA e suas "intervenções humanitárias".

Juntos, são responsáveis %u20B%u20Bpelo que acontece hoje nas fronteiras da Europa, que deve ser visto, mais do que uma tragédia, como um prolongado e contínuo crime de guerra.

Bill Van Auken - Global Research
Tradução de Clarisse Meireles
http://cartamaior.com.br/

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

SEMANA DA PÁTRIA

 BOA NOITE, TURMA!

QUE SEJAMOS PATRIOTAS NO NOSSO COTIDIANO, LEMBRANDO QUE O MAIOR SÍMBOLO  DE UMA NAÇÃO É SEU POVO.

CUIDEMOS  DE NOSSO POVO!