sexta-feira, 29 de julho de 2016

Portos mais movimentados do mundo



10 Maiores Portos do Mundo

1º – Xangai, China
2º – Cingapura, Cingapura
3º – Shenzhen, China
4º – Hong Kong, China
5º – Busan, Coréia do Sul
6º – Ningbo, China
7º – Qingdao, China
8º – Guangzhou, China
9º – Dubai, EAU
10º – Tianjin, China


terça-feira, 26 de julho de 2016

Bacia do Rio São Francisco










 

Entre Alagoas e Sergipe, no meio do Rio São Francisco, encontra-se uma gigante que traduz o espírito de cooperação entre o homem e a natureza. Esta é a Usina Hidrelétrica de Xingó, uma das maiores do Brasil, que além de ser grande produtora de energia e colaborar com a irrigação local, também é um grande ponto turístico da região.
A construção da barragem que pertence à usina hidrelétrica deu origem a um lindo cânion, com uma enorme extensão navegável. O vale formado pelo cânion possui 65 quilômetros de extensão, uma largura que varia de 50 a 300 metros através do seu comprimento e possui 170 metros de profundidade.
Mas não são apenas as dimensões que tornam esse lugar interessante. As rochas de granito avermelhado e cinza unidas as verdes águas, tornam o local uma ótima opção para passeios náuticos nos labirintos formados pela barragem, onde hoje habitam calmas águas navegáveis e uma paisagem deslumbrante.
Além da inconfundível beleza, a hidrelétrica de Xingó que é gerenciada pela Chesf abastece com energia elétrica uma grande parte do Nordeste, além de prestar-se ao desenvolvimento de projetos de irrigação e ao abastecimento de água para a cidade de Canindé/SE. Esse é um dos destinos ao longo do Velho Chico que merece receber uma visita!
http://cbhsaofrancisco.org.br/a-monumental-hidreletrica-de-xingo/


Bacia do Rio Tocantins - Araguaia




Bacia do Rio Amazonas











A palavra pororoca vem do termo “poroc poroc”, que significa “destruidor, grande estrondo”, do dialeto indígena da região do baixo Rio Amazonas. Os índios a batizaram assim devido ao fato de três dias antes e depois das luas cheia e nova, terem o silêncio das matas quebrado pelas ondas de vários metros de altura, que aparecem de forma mágica nos rios da Amazônia e vão arrastando tudo que vem pela frente.


domingo, 24 de julho de 2016

DUVIDO que você conheça algum destes frutos?

Santa Receita | Conheça as frutas nativas do Brasil - 13 de Março de 2015

MPF diz que Escola sem Partido é insconstitucional

Para a procuradora federal dos Direitos do Cidadão Deborah Duprat, responsável pela nota, o PL 867/2015 "nasce marcado pela inconstitucionalidade". O documento defende que, sob o pretexto de defender princípios como a "neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado", assim como o "pluralismo de ideias no ambiente acadêmico", o Programa Escola sem Partido coloca o professor em constante vigilância, principalmente para evitar que afronte as convicções morais dos pais.
"O projeto subverte a atual ordem constitucional por inúmeras razões: confunde a educação escolar com aquela fornecida pelos pais e, com isso, os espaços público e privado, impede o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, nega a liberdade de cátedra e a possibilidade ampla de aprendizagem e contraria o princípio da laicidade do Estado - todos esses direitos previstos na Constituição de 88", destacou Deborah Duprat.
Segundo ela, a escola, ao possibilitar a cada qual o pleno desenvolvimento de suas capacidades e ao preparar para o exercício da cidadania, "tem de estar necessariamente comprometida com todo o tipo de pluralismo".
De acordo com a procuradora, o projeto da Escola sem Partido pretende acabar com a doutrinação ideológica nas escolas, "impedindo que professores expressem a opinião em torno de temas políticos. Também impede o debate sobre questões de gênero".
Em junho, a Faculdade de Educação da UnB divulgou nota se posicionando contra a proposta, apresentada ano passado à Câmara dos Deputados, Senado Federal, Câmara Legislativa do Distrito Federal e legislativos estaduais e municipais do Brasil. Até o momento, 19 Estados brasileiros têm projetos de lei semelhantes segundo levantamento realizado pelo portal Educação e Participação.
"O projeto de lei que propõe criminalizar professores sensíveis aos temas dos direitos humanos representa uma grave ameaça ao livre exercício da docência e constitui um retrocesso na luta histórica de combate à cultura do ódio, à discriminação e ao preconceito contra mulheres, negros, indígenas, população LGBTT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros], comunidades tradicionais e outros segmentos sociais vulneráveis", acrescentou a nota.
Alagoas é o primeiro Estado do Brasil a ter uma lei que exige do professor a neutralidade em sala de aula. O Projeto Escola Livre foi aprovado em 26 de abril, quando deputados da assembleia local derrubaram o veto do governador Renan Filho (PMDB).
AGU
Questionado no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, o projeto recebeu posicionamento contrário da Advocacia-Geral da União (AGU).
Para a AGU, a lei é inconstitucional porque a competência para "elaboração das normas gerais foi atribuída à União, que legisla no interesse nacional, estabelecendo diretrizes que devem ser observadas pelos demais entes federados. Aos Estados e ao Distrito Federal cabem suplementar a legislação nacional", acrescentou o órgão.
A AGU incluiu em seu posicionamento que a Confederação dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino (Contee), autora do questionamento, não reúne condições legais para propor a ação.
Para ouvir a sociedade sobre o tema, o Senado lançou esta semana uma enquete em que o cidadão pode opinar contra ou a favor do Projeto de Lei 193/2016, do senador Magno Malta (PR-ES), que inclui entre as diretrizes e bases da educação nacional o Programa Escola sem Partido.
Procurada pela Agência Brasil a Organização Escola sem Partido não retornou até a publicação da matéria.
*Com informações do Portal EBC
https://noticias.terra.com.br/educacao/mpf-diz-que-escola-sem-partido-e-insconstitucional-e-impede-o-pluralismo

sábado, 23 de julho de 2016

ECA








Meninos e meninas que moram nas ruas



Como lidar com a situação de rua

Ao levar em consideração que é expressamente proibido o trabalho infantil e que a rua não é um lugar adequado, em hipótese alguma, para crianças e adolescentes, toda a sociedade, ao não buscar melhorias para a qualidade de vida desses jovens, encontra-se no papel de cúmplice em violações diárias aos Direitos Humanos. É essencial que cada cidadão exija a erradicação da situação de rua e não se torne um mero espectador da desvalorização de vidas que ainda estão no início. 
Ao ver uma criança ou adolescente em situação de rua (pedindo esmola, dormindo nas calçadas, fazendo uso de drogas, sendo obrigada a trabalhar e etc) é essencial notificar o Conselho Tutelar da região e exigir que a Vara da Infância e da Juventude apure o caso. Para um jovem ser abrigado, é necessária a autorização de um juiz que julgue a situação do jovem como de risco. Se nada do que foi feito gerar resultado, apele para a OAB ou Ministério Público. É de extrema importância acompanhar o caso e cobrar das autoridades competentes um envolvimento digno do que merecem as crianças e adolescentes em risco. Veja abaixo uma lista de serviços básicos que podem ser procurados.
 
http://www.guiadedireitos.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1051&Itemid=269

Trabalho infantil no Brasil












RETRATO DO BRASIL
- O Brasil tem 61,4 milhões de crianças e adolescentes (de 0 a 19 anos);
- Cerca de um quarto das crianças de 0 a 3 anos tem acesso a creches;
- Embora a taxa de escolaridade líquida no ensino fundamental seja alta (96%), só 56% dos adolescentes no ensino médio estão matriculados na série correspondente à sua idade;
- 1 em cada 5 mães tem menos de 19 anos no Brasil;
- 44% das crianças entre 0 e 14 anos encontram-se em situação de pobreza; e 17%, em situação de extrema pobreza;
- Mais de 3,3 milhões de crianças e adolescentes (entre 5 e 17 anos) estão em situação de trabalho infantil;
- 19% dos homicídios no País são praticados contra crianças e adolescentes, 80% deles com armas de fogo;
- Quase 188 mil crianças apresentam peso baixo, e 69 mil apresentam peso muito baixo para sua idade, segundo dados do Ministério da Saúde;
- Mais de 500 mil crianças estão obesas.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/04/brasil-tem-33-milhoes-de-criancas-em-situacao-de-trabalho-infantil-diz-estudo.html

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Darwinismo Social no Brasil









A historiadora Nancy Stepan foi uma das primeiras pesquisadores a fazer uma análise geral sobre a eugenia da América Latina. Seus estudos apontam para o fato de que "a forte mestiçagem inviabilizaria o Brasil como nação", segundo os padrões de eugenia americanos e europeus, que advogavam a existência de uma raça ariana superior, sem mistura de raças.[7] [8]
Entre os eugenistas brasileiros que mais se empenharam na organização e divulgação do movimento no Brasil se encontram, Renato Kehl, Monteiro Lobato (1882-1948), Belisário Penna (1868-1939), Octávio Domingues e Edgard Roquette-Pinto (1884-1954).[9]Importante assinalar a participação, que se destacava do ideário do movimento eugenista, de intelectuais/educadores como Belisário Penna e Roquette-Pinto. Tanto a ideia de "branqueamento" ou de "crítica à miscigenação", para não mencionarmos outros pressupostos abertamente racistas do movimento, estavam ausentes do corpo central do pensamento e da ação pública desses intelectuais.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_eug%C3%AAnico_brasileiro

A eugenia brasileira, por sua vez, surgiu em resposta às teorias degeneracionistas européias do século XIX que criticavam a miscigenação dos trópicos. Apesar do paradoxo racial, implantar a eugenia no Brasil era visto por cientistas e intelectuais do período como um caminho para elevar um país povoado por uma legião de jecas. Antes de 1917, houve algumas iniciativas esparsas que mencionavam a eugenia como um caminho possível, mas foi com o médico paulista Renato Kehl que a teoria adquiriu adeptos e defensores.

O arauto brasileiro

O entusiasmo generalizado causado por uma conferência realizada por Kehl na Associação Cristã de Moços de São Paulo impulsionou a fundação da Sociedade Eugênica de São Paulo (Sesp), em 1918. A primeira associação do tipo na América Latina contou com cerca de 140 associados. Entre eles estavam o fundador da Faculdade de Medicina de São Paulo, Arnaldo Vieira de Carvalho, o sanitarista Arthur Neiva, o psiquiatra Franco da Rocha e o educador Fernando de Azevedo.

Em 1920, Kehl muda-se para o Rio de Janeiro e ao lado de outros médicos psiquiatras participa da fundação da Liga Brasileira de Higiene Mental (LBHM), instituição cujo intuito era combater os “fatores comprometedores da higiene da raça e a vitalidade da Nação”. Miguel Couto, presidente da Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro, Carlos Chagas, diretor do Instituto Oswaldo Cruz, e Edgar Roquette-Pinto, diretor do Museu Nacional, estavam entre os mais de 120 associados da LBHM.
No início da década de 30, boa parte da LBHM passou a defender abertamente a radicalização das ações “antidegenerativas” como a esterilização, mas alguns membros da associação reagiram à proposta. Edgar Roquette-Pinto se colocou contra a segregação e a favor da miscigenação. Adepto da eugenia positiva, profilática e não radical, para ele a solução para o problema nacional era a higiene e não a raça. Insatisfeito com as divergências na LBHM, Renato Kehl organizou então a Comissão Central Brasileira de Eugenia (CCBE) sob inspiração da Comissão da Sociedade Alemã de Higiene Racial, com a qual se correspondia. Por meio da CCBE, Kehl se aproximou de Oliveira Vianna, então consultor jurídico do governo provisório de Getúlio Vargas, e integrou um grupo designado pelo recém-fundado Ministério do Trabalho para pensar os problemas da imigração no Brasil a partir de 1932.

Os resultados dos trabalhos da Comissão de Imigração liderada por Oliveira Vianna contribuíram para a formulação da Lei de Restrição à Imigração. Mais política do que racial, a medida barrou a entrada no Brasil de asiáticos e judeus denominados pelos eugenistas como não-assimiláveis. Essa postura negativa estava então alinhada com a ideologia nazi-fascista e com as políticas imigratórias dos Estados Unidos. Legalizada em 1934, foi retirada da Constituição após o golpe do Estado Novo, em 1937, embora o comprometimento com a eugenia ainda fosse uma política de Estado, que só recuaria após a adesão do Brasil ao bloco dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1942.

Seja no Brasil de Vargas ou na Alemanha de Hitler, o fato é que durante as primeiras décadas do século XX a eugenia exerceu forte influência sobre governos e intelectuais dos quatro cantos do mundo. A prática assumiu uma multiplicidade de facetas que particulariza cada análise de acordo com a época e o país. Há algo, porém, comum aos diversos eugenistas: todos tinham em vista a substituição das leis de proteção social por outras que favorecessem a reprodução de bons elementos na sociedade, utilizando o rótulo de ciência para um projeto essencialmente político e ideológico.

http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/eugenia_a_biologia_como_farsa_imprimir.html

terça-feira, 19 de julho de 2016

Crianças perdidas

MÚSICA "THE LOST CHILDREN" ("AS CRIANÇAS PERDIDAS")


We pray for our fathers, pray for our mothers
Wishing our families well
We sing songs for the wishing, of those who are kissing
But not for the missing

So this one's for all the lost children
This one's for all the lost children
This one's for all the lost children, wishing them well
And wishing them home

When you sit there addressing, counting your blessings
Biding your time
When you lay me down sleeping and my heart is weeping
Because I'm keeping a place

For all the lost children
This is for all the lost children
This one's for all the lost children, wishing them well
And wishing them home

Home with their fathers,
Snug close and warm, loving their mothers
I see the door simply wide open
But no one can find thee

So pray for all the lost children
Let's pray for all the lost children
Just think of all the lost children, wishing them well
This is for all the lost children
This one's for all the lost children
Just think of all the lost children
Wishing them well, and wishing them home

TRADUÇÃO
Rezamos por nossos pais, rezamos por nossas mães.
Desejando o bem para nossas famílias.
Cantamos canções para os esperançosos,
aqueles que se beijam.
Mas não para os desaparecidos

Então, esta é para todas as crianças perdidas.
Esta é para todas as crianças perdidas.
Esta é para todas as crianças perdidas.
Desejando-as o bem, desejando-lhes um lar

Quando você senta, repetindo,
contando suas graças.
Gastando seu tempo.
Quando você me coloca para dormir,
e meu coração está chorando,
Porque estou tomando um lugar

Para todas crianças perdidas.
Esta é para todas crianças perdidas.
Esta é para todas crianças perdidas.
Desejando-as o bem, desejando-lhes um lar

Um lar com seus pais.
Confortáveis e aquecidas, amando suas mães.
Eu vejo a porta amplamente aberta,
Mas ninguém consegue encontrar-te

Então, reze por todas crianças perdidas.
Vamos rezar por todas crianças perdidas.
Apenas pense em todas crianças perdidas,
Desejando-lhes o bem
 
Esta é para todas crianças perdidas
Esta é para todas crianças perdidas
Apenas pense em todas crianças perdidas,
Desejando-as o bem, desejando-lhes um lar

http://mjlovely.blogspot.com.br/2010/01/michael-um-pai-acima-de-qualquer.html

Michael Jackson - The Lost Children

Automutilação

Um estudo publicado na revista de medicina The Lancet aponta que as meninas se automutilam mais do que os meninos. A pesquisa foi realizada na Austrália entre agosto de 1992 e agosto de 2008. A automutilação é um distúrbio de comportamento que faz com que o paciente agrida o próprio corpo ao sentir profunda tristeza, raiva, nervosismo ou viver um trauma.
Trata-se de um transtorno psiquiátrico grave que exige tratamento, terapia e medicação. Um estudo realizado na King's College, em Londres, e na Universidade de Melbourne, na Austrália entrevistou 1.943 adolescentes de 44 escolas de todo o estado de Victoria, Austrália, com idade entre 15 e 29 anos. 149 relataram automutilação, as meninas mais do que os meninos. Porém, participantes que relataram autoagressão durante a adolescência não relataram mais automutilação na idade adulta e jovem, mas há continuidade registrada em meninas, mais do que em meninos.

Durante a adolescência, os incidentes de automutilação foram associados de maneira independente com sintomas de depressão e ansiedade, comportamento antissocial, de alto risco de uso de álcool, drogas e cigarro.
A pesquisa afirma que a detecção precoce e tratamento dos transtornos mentais comuns durante a adolescência podem constituir um componente importante e até então não reconhecido de prevenção do suicídio em adultos jovens. O número assusta quando vemos que um em cada 12 jovens se mutila, com agressões como cortes, queimaduras e batidas do corpo contra a parede. Para aqueles que se autoflagelam, a prática é uma tentativa de aliviar sensações como angústia, raiva ou frustração. O problema é mais comum entre mulheres de 15 a 24 anos.
O que causa automutilação?
Em entrevista a revista Época, a socióloga da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos Patricia Adler, que estudou durante dez anos automutilação, juntamente com o marido, o sociólogo Peter Adler, afirma que casos como esses são fruto da criação de uma cultura tolerante à autoagressão.
De acordo com Patricia, os jovens se cortam porque acham a vida dura. Ela conta que a automutilação era uma patologia mental discreta até os anos 1990, quando artistas e celebridades começaram a assumir a prática em público e, com isso, estimularam mais jovens a se agredir. Porém, a pesquisadora afirma que muitas pessoas entrevsitadas na pesquisa planejavam seus ferimentos de forma racional, pensando naquilo como uma válvula de escape para dias tensos ou como fatores que lhes acalmavam, o que não segue o modelo psicológico. "Está virando uma tendência, uma moda. E competem para ver quem sofre mais, quem tem mais dor", afirmou.
http://www.vilamulher.com.br/familia/filhos/automutilacao-meninas-jovens-sao-as-maiores-vitimas-29684.html