terça-feira, 30 de agosto de 2016

Refugiados continuam atravessando o Atlântico

Barco resgata refugiados no Mediterrâneo

A Guarda Costeira italiana anunciou na noite desta segunda-feira que cerca de 6.500 emigrantes foram resgatados próximos à costa da Líbia, em um dos dias de maior fluxo de refugiados dos últimos anos no Mediterrâneo. Eles foram encontrados em embarcações precárias e superlotadas, que zarpam com combustível suficiente apenas para alcançar um ponto de resgate, segundo a agência de notícias Associated Press.
Foram cerca de 40 missões, que contaram com a participação de navios da Guarda Costeira e da Marinha italiana, da agência europeia Frontex e das organizações humanitárias Médicos Sem Fronteiras e Proactiva Open Arms.
Emigrantes da Eritreia e da Somália acenaram quando os barcos de salvamento se aproximaram. Segundo a rede BBC, alguns pularam na água e nadaram em direção às embarcações antes da chegada dos botes de resgate.
A instabilidade na Líbia, que vive o caos desde a queda do ditador Muamar Kadafi, em 2011, transformou o país em um centro de tráfico de pessoas. Sem um governo e sem instituições, os líbios convivem com uma constante disputa de grupos políticos e paramilitares, sendo ainda alvo de incursões de grupos jihadistas como a Al Qaeda e o EI.
http://veja.abril.com.br/mundo/guarda-costeira-italiana-resgata-6-500-emigrantes-no-mediterraneo/

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS DO BRASIL

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DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS DO BRASIL

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Os domínios morfoclimáticos brasileiros são definidos a partir das características climáticas, botânicas, pedológicas, hidrológicas e fitogeográficas; com esses aspectos é possível delimitar seis regiões de domínio morfoclimático. Devido à extensão territorial do Brasil ser muito grande, vamos nos defrontar com domínios muito diferenciados uns dos outros. Esta classificação feita, segundo o geógrafo Aziz Ab’Sáber (1970), dividiu o Brasil em seis domínios:
I – Domínio Amazônico – região norte do Brasil, com terras baixas e grande processo de sedimentação; clima e floresta equatorial;
II – Domínio dos Cerrados – região central do Brasil, como diz o nome, vegetação tipo cerrado e inúmeros chapadões;
III – Domínio dos Mares de Morros – região leste (litoral brasileiro), onde se encontra a floresta Atlântica que possui clima diversificado;
IV – Domínio das Caatingas – região nordestina do Brasil (polígono das secas), de formações cristalinas, área depressiva intermontanhas e de clima semi-árido;
V – Domínio das Araucárias – região sul brasileira, área do habitat do pinheiro brasileiro (araucária), região de planalto e de clima subtropical;
VI – Domínio das Pradarias – região do sudeste gaúcho, local de coxilhas subtropicais.

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Tempo Geológico

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Terremotos e Vulcanismo



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Typical blue flames of sulfuric gaz Kawah Ijen

A foto acima mostram o vulcão Kawah Ijen. Durante o dia, a montanha indonésia funciona como uma mina de enxofre, mas, à noite, se transforma em uma paisagem alienígena surreal.

Tudo sobre Vulcoes


Terremoto na Itália

Um forte terremoto atingiu a região central da Itália, matando ao menos 70 pessoas nas províncias da Umbria, Lazio e Marche e destruindo várias cidades e vilas.
"Metade da cidade se foi", disse o prefeito de Amatrice, uma das cidades mais afetadas.
Há pessoas presas em escombros e o número de vítimas deverá aumentar, afirmaram autoridades italianas. O chefe da Defesa Civil italiana comparou o abalo ao de Áquila, em abril de 2009, quando 309 pessoas morreram.
O abalo foi sentido no meio da noite, dando pouca chance às pessoas de procurar abrigos seguros. Um oficial da Defesa Civil disse que 150 pessoas estavam desaparecidas na vila de Accumoli.
O terremoto de magnitude 6.2 aconteceu às 22h36 (horário de Brasília), 100 km a nordeste de Roma, a uma profundidade - considerada rasa - de 10 km.
Algumas construções em Roma chegaram a balançar por 20 segundos.
Em Amatrice, vários moradores morreram e equipes de resgate tentam localizar sobreviventes.
O epicentro do terremoto foi perto da cidade de Norcia, na província da Umbria, cujo centro histórico é um ponto turístico popular. Mas o prefeito de Nórcia, Nicola Alemanno, disse que não há registro de mortes na cidade.
"As estruturas antissísmicas da cidade se mantiveram. Há danos ao patrimônio histórico e a prédios, mas não temos (registro de) ferimentos sérios."
A região central da Itália, na área que abrange as Províncias da Umbria, Lazio e Marche, é bastante turística, e recebe muitos visitantes na alta temporada
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-37173710

Arte terremoto Itália (Foto: Arte/G1)


sábado, 13 de agosto de 2016

Quais frutas são originais do Brasil?

Frutas Nativas 

Você já se perguntou quais frutos, que consumimos, são nativos do Brasil? 
Dentre os mais comuns estão o maracujá, o abacaxi, o coco, a goiaba e a jabuticaba. 
No Brasil há uma variedade enorme de frutos ainda pouco conhecidos. Destes, a goiaba e jabuticaba são representantes famosos de uma grande família, as Myrtáceas. Dela também fazem parte a pitanga, o araça e a uvaia, que também são populares. Há ainda o cambuçá, a guabiroba, a cerejeira, a grumixama o cambuci e o guabijú, bem menos conhecidos. 
As características básicas dessas árvores são semelhantes: a maioria tem porte pequeno (5 a 10m) apenas a jabuticaba a guabiroba e o guabijú são maiores ( 10 a 15m ). Suas folhagens, a copa e o tronco descamado tem um charme especial, com qualidades ornamentais. As madeiras tendem a ser pesadas, servindo para marcenaria, carpintaria, tabuado, até lenha e carvão. 
A frutificação ocorre na primavera / verão com variações pequenas entre as espécies e regiões. Para coletar sementes, basta esperar o início da queda espontânea dos frutos, depois despolpá-los em água corrente (ou com "a boca") e deixar secar á sombra. Semear em substrato organo-argiloso, sem nenhum tratamento em ambiente semi-sombreado. 
O crescimento das mudas é lento. No campo, o espaçamento é de 5 x 5m para as árvores de porte menor e 7 x 7 para aquelas de porte maior. 
Seus frutos em geral são bastante saborosos. Além de serem consumidos ao natural, podem ser usados em geléias, compotas e sucos. Empresas produtores de sorvete já tem utilizado a jabuticaba e a goiaba e também a pitanga é processada industrialmente como suco; as outras ainda estão por ser "descobertas". Todas as frutas são ricas em vitaminas e sais minerais. 
Grandes consumidores destas frutas são os pássaros, sendo por isso importante o uso destas espécies em áreas de recuperação de florestas nativas, principalmente na região Sudeste e Sul do país. 
Não deixe de planta-los em seu pomar caseiro, no sítio ou na chácara.As criançada irão agradecer e será sempre um prazer apreciar o perfume das flores de jabuticaba, a cor de esmeralda dos frutos do cambuci, seu interessante formato, a bela copa da grumixama, o azedinho-doce das uvaias, a graça das delicadas florzinhas, além da presença sonora de todo passaredo. 
DICA - adicionar 2 folhinhas de pitanga à sua limonada, bater no liqüidificador e coar, e teremos um refresco com sabor original.



Quais frutas são originais do Brasil?

Abiu (Lucuma caimito; Sapotaceae), da Amazônia
Abiu-cutite
Abiu-do-cerrado
Abiu-piloso
Abiu-preto (Pouteria ramiflora; Sapotaceae), Amazônia e Centro-Sul do Brasil
Abiu-roxo
Aboirana
Abricó (Mammea americana; Clusiaceae)
Abricó-da-flórida
Abricó-da-praia
Abricoteiro-do-mato (Mimusops coriacea; Sapotaceae)
Abutua-grande
Açaí (Euterpe oleracea; Palmae), da Amazônia
Acaíba
Acara-uba
Achachairu
Achuá (Sacoglittis guianensis), do Brasil
Acumã
Acuri
Aguaí-guaçu
Ajarí (Glycoxilon pedicillatum)
Ajuru (Chrysobalanus icaco), do Brasil
Ajuru-preto
Aki
Alexia
Alfarroba (Ceratonia siliqua; Fabaceae)
Algarobo (Prosopis ruscifolia), do Brasil
Algodãozinho
Amanina
Amapá (Parahancornia amapa; Apocynaceae)
Amarula
Ameixa-brava
Ameixa-da-caatinga
Ameixa-da-mata
Amêndoa (Amygalus communis)
Amendoim-de-árvore
Amendoim-de-bugre
Amora-do-mato
Anajá
Angá
Angúria
Anona-lisa
Apuruí
Araçá (Psidium cattleianum, Psidium araça; Myrtaceae). do Brasil
Araçá-boi (Eugenia stipitata; Myrtaceae), do Brasil
Araçá-cagão (Annona cacans), da Mata Atlântica e do Cerrado do Brasil
Araçá-da-serra (Calycoreotes acutatus), do Brasil
Araçá-de-água
Araçá-de-anta (Bellucia grossularioides), do Brasil
Araçá-de-anta-vermelha
Araçá-do-mato
Araçá-do-rio-grande
Araçá-roxo (Psidium rufum; Myrtaceae), do Brasil
Araticum
Aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolius; Anacardiaceae), várias formações vegetais do Brasil
Babaçu (Orbignya speciosa; Palmae), Amazônia e Mata Atlântica na Bahia
Bacaba (Oenacarpus distichus), Amazônia
Bacupari (Rheedia brasiliensis ou Rheedia gardneriana; Gutiferaceae ou Garcinia brasiliensis/Garcinia cochinchinensis Clusiaceae), do Brasil
Bacupari-miúdo (Posoqueria acutifolia), do Brasil
Bacuri
Banana e a variante banana-da-terra (Musacea spp.; Musaceae), da Ásia
Baru (Dipteryx alata), das matas e cerrados do Brasil Central. Espécie ameaçada.
Biribá (Rolinia mucosa; Annonaceae)
Brejaúva (Astrocaryum aculeatissimum), Mata Atlântica
Buriti (Mauritia flexuosa; Palmae), brejos de várias formações vegetais
Fruta-pão (Artocarpus altilis; Moraceae)
Burmese uva (Baccaurea ramiflora ouBaccaurea sapida; Euphorbiaceae)
Cabeluda (Eugenia tomentosa; Myrtaceae)
Cacau (Theobroma cacao; Sterculiaceae), da Amazônia
Cagaíta (Eugenia dysenterica; Myrtaceae), cerrados brasileiros
Cajá (Spondias mombín; Anacardiaceae), do Brasil
Cajá-grande (Spondias venulosa; Anacardiaceae), do Brasil
Cajá-manga (Spondias dulcis; Anacardiaceae)
Cajá-redondo (Spondias macrocarpa; Anacardiacea), do Brasil
Caju (Anacardium occidentale; Anacardiaceae), da região costeira do N e NE do Brasil
Cajuí (Anacardium giganteum; Anacardiaceae), do Brasil
Cambucá (Plinia edulis)
Camu-camu (Myrciaria dubia; Myrtaceae), também chamada guavaberry, da Amazônia
Caqui-do-cerrado (Diospyros hispida), do Brasil
Caqui-do-mato (Diospyros brasiliensis), do Brasil
Carambola (Averrhoa carambola; Oxalidaceae), também chamada star fruit, da Ásia
Carnaúba (Copernicia prunifera), NE do Brasil e Pantanal
Castanha-da-áfrica (Blighia sapida ou Cupania sapida; Sapindaceae)
Castanha-do-pará ou castanha-do-brasil (Bertholletita excelsa; Lecythidaceae), da Amazônia
Cempedak (Artocarpus champeden; Moraceae)
Chupa (Gustavia speciosa; Lecythidaceae)
Coco (Cocos nucifera; Palmae)
Cuieira (Crescentia cujete L.), da Amazônia
Cuiarana (Buchenavia tomentosa), do Brasil
Cumaru (Dipteryx odorata), do Brasil
Cupuaçu (Theobroma grandiflorum; Sterculiaceae)
Curiola (Pouteria ramiflora), do cerrado brasileiro
Durião (Durio spp.; Bombacaceae)
Embaúba-vermelha (Cecropia glaziovii)', do Brasil
Feijoa (Feijoa sellowiana), do sul do Brasil
Fruta-da-condessa (Annona reticulata; Annonaceae )
Fruta-de-tatu (Chrysophyllum soboliferum; Sapotaceae), do cerrado brasileiro
Fruta-do-conde (Annona squamosa; Annonaceae )
Goiaba (Psidium guajava; Myrtaceae), do Brasil e América tropical
Groselha preta (Ribes nigrum)
Groselha vermelha (Ribes rubrum)
Grumixama (Eugenia brasiliensis; Myrtaceae), da Mata Atlântica pluvial do Brasil
Guabiju (Myrcianthes pungens; Myrtaceae), da Mata Atlântica brasileira, nas florestas de altitude do S e SE
Guabiroba (Campomanesia eugenioides), do Brasil
Guabiroba-branca (Campomanesia neriiflora), do Brasil
Guabiroba-da-mata (Campomanesia xanthocarpa), do Brasil
Guaçatunga (Casearia decandra), do Brasil
Guaçatunga-grande (Casearia rupestris), do Brasil
Guaraná (Paullinia cupana; Sapindaceae) da Amazônia
Guariroba (Syagrus oleracea; Palmae), SE e NE do Brasil
Ibapobó (Melicoccus lepidopetalus), do Brasil
Ingá (Inga cylindrica), do Brasil
Ingá-branco (Inga laurina), do Brasil
Ingá-cipó (Inga edulis), da Amazônia
Ingá-dedo (Inga sessilis), do Brasil
Ingá-ferradura (Inga cylindrica), do Brasil
Jaboticabarana (Plinia rivularis; Myrtaceae), do Brasil
Jabuticaba (Myrcia cauliflora; Myrtaceae), da Mata Atlântica brasileira
Jaci (Attalea butyracea), da Amazônia
Jaracatiá (Jacaratia spinosa), do Brasil
Jarana-mirim (Lecythis chartacea), do Brasil
Jatobá (Hymenaea courbaril;Leguminosae Caesalpinoideae), do Brasil
Jenipapo (Genipa americana; Rubiaceae), do Brasil
Fruto-de-keppel (Stelechocarpus burakol; Annonaceae)
Jutaí (Dialium guianense), do Brasil
Langsat (Lansium domesticum; Meliaceae), também chamada longkong ou duku
Licuri (Syagrus coronata; Palmae), da Mata Atlântica brasileira
Lobeira (Solanum lycocarpum; Solanaceae), do cerrado do Brasil
Louro-branco (Porcelia macrocarpa), do Brasil
Mabolo, (Diospyros discolor; Ebenaceae) também conhecido como um velvet persimmon
Sapota (Pouteria sapota; Sapotaceae)
Maçã-de-água (Eugenia/Syzygium aquem; Myrtaceae )
Maçaranduba (Manikara huberi), do Brasil
Maçaranduba-mirim (Manikara salzmannii), do Brasil
Macaúba (Acrocomia aculeata; Palmae), das matas do N ao SE brasileiros
Mamão-do-mato (Carica quercifolia; Caricaceae), do Brasil
Mamica-de-cadela (Brosimum gaudichaudii), do cerrado brasileiro
Mamoncillo (Melicoccus bijugatus; Sapindaceae), também conhecido como quenepa ou genip
Mangaba (Hancornia speciosa; Anacardiaceae)
Mapati (Pourouma cecropifolia), do Brasil
Maracujá (Passiflora sp.; Passifloraceae)
Marajá (Pyrenoglyphis maruja), da Amazônia
Marang (Artocarpus odoratissima; Moraceae), do tipo da fruta-pão
Fruta-manteiga-de-amendoim (Bunchosia argentea; Malpighiaceae)
Mari (Geoffroea striata), do Brasil
Maria-preta (Diospyros obovata), do Brasil
Marmelada-nativa (Alibertia edulis), dos campos da Amazônia
Marmelinho (Diospyros inconstans), do Brasil
Marmelinho-do-campo (Alibertia sessilis), do Brasil
Marolo (Annona crassiflora), do Brasil
Monguba (Pachira aquatica), da Amazônia
Murici (Byrsonima crassifolia), do N e NE do Brasil
Murici-da-mata (Byrsonima stipulacea), do Brasil
Murici-do-cerrado (Byrsonima coccolobifolia), do Brasil
Murici-miúdo (Byrsonima spicata), do Brasil
Murici-pequeno (Byrsonima verbacifolia), do Brasil
Olho-de-boi (Zizyphus oblongis), do Brasil
Murmuru (Astrocaryum ulei), da Amazônia
Murumuru (Astrocaryum murumuru), da Amazônia, principalmente Pará e Ilha de Marajó
Pau-de-jacu (Pourouma guianensis), do Brasil
Pepino-do-mato (Ambdania acida), do Brasil
Pequiarana (Caryocar microcarpum; Caryocaceae), do Brasil
Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaceae), do cerrado brasileiro
Perta-güela (Gomidesia affinis), do Brasil
Pimenta-de-macaco (Xylopia aromatica), do cerrado brasileiro
Pindaíba (Dugetia lanceolata), do Centro-Oeste, SE e S do Brasil
Pinha-da-mata (Rollinia sericea; Annonaceae), do Brasil
Pitanga (Eugenia uniflora; Myrtaceae) da Mata Atlântica brasileira
Pitaya (Hylocereus spp.; Cactaceae)
Pitomba (Talisia esculenta; Sapindaceae), do cerrado brasileiro
Physalis ou Camapu ou Capote ou Saco de bode (Physalis peruviana; Solanaceae)
Pupunha (Bactris gasipaes; Palmae), da Amazônia
Quina (Strychnos pseudo-quina), do Brasil
Rambutan (Nephelium lappaceum; Sapindaceae)
Salak (Salacca edulis; Arecaceae)
Sapota-do-solimões (Matisia cordata), da Amazônia
Sapoti (Achras/Manilkara zapota; Sapotaceae)
Caimito (Chrysophyllum caimito; Sapotaceae)
Sapucaia (Lecythis pisonis), da Mata Atlântica brasileira
Saputá (Salacia elliptica), do Brasil
Sorvinha (Couma utilis), da Amazônia
Tapiá (Crateva tapia), do Brasil
Tatajuba (Bagassa guianensis), do Brasil
Uricuru (Attalea phalerata), da Amazônia
Umari (Poraqueiba sericea), do Brasil
Umbu (Spondias tuberosa; Anacardiaceae)
Umiri (Humiria balsamifera), do Brasil
Uvaia (Eugenia uvalha; Myrtaceae), da Mata Atlântica brasileira
Uxi (Endopleura uchi), do Brasil
Veludo (Guettarda viburnoides), do Brasil
Xixá (Sterculia chicha), da Mata Atlântica do Brasil

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