domingo, 29 de outubro de 2017

Quem é Alexander von Humboldt? - George Mehler

CHINA


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1-Sinkiang
-Xinjiang é um vasto território desértico de 1,7 milhão de quilômetros quadrados na antiga Rota da Seda. Localizada no extremo oeste, na fronteira com Paquistão e Afeganistão, Xinjiang ocupa uma área equivalente a 17% do território chinês, mas abriga apenas 1,5% da população da China, de 1,3 bilhão.
-A minoria étnica muçulmana uigur vive na província de Xinjiang, tomada pelo governo central chinês em 1949.  Os muçulmanos uigures são uma história diferente. Xinjiang é povoada por 20 milhões de habitantes de 47 etnias, dos quais 8,3 milhões são uigures - muçulmanos de língua turca. Os uigures são muçulmanos que habitam predominantemente a região autônoma de Xinjiang, no noroeste da China, que faz fronteira com o Paquistão e o Afeganistão. Sua língua é parente da língua turca e os uigures se veem culturalmente e etnicamente mais ligados à Ásia Central do que ao resto da China.

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-Na bandeira da China, a estrela maior representa a etnia han, dominante. E as estrelas menores, as quatro províncias autônomas: Mongólia interior, Manchúria, Tibete e Xinjiang que, em chinês, significa “nova fronteira”.

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-É uma região estratégica: -Nessa província gigante que faz fronteira com oito países, da Rússia à Caxemira disputada com a Índia, é que se concentram as verdadeiras dores de cabeça do regime chinês. -As revoltas se intensificaram em 1990, logo após a retirada das tropas soviéticas do Afeganistão e da independência das três ex-repúblicas Soviéticas na fronteira com Xinjiang - Casaquistão, Tajiquistão e Quirguistão. Desde os atentados de 11 de setembro de 2001, nos EUA, Pequim reforçou a repressão em nome da luta antiterrorista.
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-Xinjiang abriga grupos militantes capazes não de desestabilizar, mas de incomodar Pequim. Os uigures são maioria na região, e o Movimento Islâmico do Turquestão do Leste (MITL) quer torná-lo em país independente. 


- Além de ser a maior do país, a província é estratégica por concentrar 15% das reservas nacionais de petróleo e 20% das de gás.

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-Hoje, a etnia han, majoritária no país, representa 41% da população de Xinjiang. Os uigures, que antes representavam 74%, passaram para 45%. Os restantes 14% pertencem a outras minorias étnicas. Mas, em 1949, a região passou a ser controlada pela China comunista. Oficialmente, Xinjiang é uma região autônoma da China, como o Tibete, que fica mais ao sul. A etnia uigur muçulmana compõe mais de 90% da população de Kashgar. O governo tenta diminuir essa vantagem numérica incentivando os chineses a se mudar para lá. Muitas vezes, eles são obrigados a se mudar.
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- Os imigrantes concentraram-se na capital, Urumqi, e tornaram-se a elite econômica, o que nutre o ressentimento dos uigures contra os han e o governo. Além dos uigures, vivem na região integrantes das etnias han, casaque, hui, mongol, quirguiz, tajique, xibe, ozbek, mandchu, daur e tártara, além de russos.  
  -As autoridades chinesas proibiram vários nomes com conotações religiosas ligadas à comunidade muçulmana, com Saddam e Medina, na região de Xinjiang, foco de conflitos étnicos, denunciou nesta terça-feira a Humam Rights Watch (HWR).
A organização humanitária divulgou em um comunicado esta nova decisão das autoridades e explicou que as crianças que tenham nomes proibidos não poderão receber a permissão de residência, o chamado "hukou", necessário para ter acesso a serviços médicos ou educativos.
O Governo de Xinjiang explica que os nomes proibidos poderiam "intensificar o fervor religioso", pelo qual decidiu vetá-los, aponta a HRW.
"Trata-se da última de uma série de novos regulamentos que restrigem a liberdade de culto com o pretexto de combater o extremismo religioso".
uma nova norma entrou em vigor  em Xinjiang que proíbe usar uma barba "anormal" ou véu integral.
O regulamento também advertia que as autoridades castigariam os que se negassem a ver canais de televisão ou rádio oficial.
As novas medidas fazem parte de uma campanha do regime chinês contra o terrorismo nesta convulsa região, lar da minoria étnica uigur, de confissão muçulmana.
 -Ativistas dizem que atividades e práticas comerciais, culturais e religiosas dos uigures têm sido gradualmente suprimidas pela Estado chinês.
-Na última década, uma série de projetos trouxeram prosperidade às maiores cidades da região.
O trabalho de jornalistas locais e estrangeiros é monitorado de perto pelas autoridades chinesas e existem poucas fontes independentes de notícias em Xinjiang.
A China tem destacado o desenvolvimento da economia da região e uigures entrevistados pela imprensa têm evitado fazer críticas ao governo central.


2 – Mongólia Interior
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-O governo autônomo regional foi fundado em 1º de maio de 1947. Pouco depois, em 1954, esse sistema administrativo voltado para as regiões com maior concentração de minorias étnicas foi incluído na Constituição chinesa. Hoje há outras quatro regiões autônomas no país: Xinjiang (extremo Noroeste), Ningxia (Noroeste), Tibete (oeste) e Guangxi (Sul).

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-A Mongólia Interior é uma das Regiões Autônomas da China, localizada ao norte do país, contendo a maior parte da fronteira entre China e Mongólia, uma pequena divisa com a Rússia. Sua capital é Hohhot, e outras grandes cidades são BaotouChifeng e Ordos.
-Foi estabelecida como região autônoma em 1947, englobando províncias da antiga República da China como as de Suiyuan, Chahar, e Liaobei, por exemplo.


-É a terceira maior subdivisão do país, sendo que sua área é equivalente a 12% da área total da China. Mas, com uma população de aproximadamente 25 milhões de pessoas, representa apenas 1,8% da população total do país. A maioria da população é da etnia Han, mas há um grande número de habitantes da minoria étnica Mongol. Os idiomas oficiais são o Mandarim e o Mongol.
-Por ser um território vasto, a Mongólia Interior possui distintas vegetações e relevos, desde deserto, a campinas, montanhas e florestas coníferas. Há também grandes reservas de carvão, ferro e outros minerais raro.
-A principal crença dos mongóis já foi o xamanismo, e agora na Mongólia Interior é misturada com o culto a Genghis Khan, o budismo e outras divindades xamânicas e chinesas.
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Guerreiros terracota mongóis e uma estátua de Gengis Khan na recém concluída atração turística do Monte Khan, em Holingol, Mongólia Interior.
-Na alimentação, têm o costume de consumir muito leite (de cavalo, cervo, camelo e ovelha) e carne. Uma bebida feita a partir do leite de cavalo fermentado, o Kumiss, também é comum entre os mongóis, para driblar o frio e fortalecer o estômago.
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-Mongólia Interior é ponto estratégico na nova Rota da Seda

2017 marca aniversário de 70 anos da primeira região autônoma da China.Conhecida pelos recursos naturais, a área também é um ponto estratégico na chamada nova Rota da Seda, parte da iniciativa 'Um Cinturão, Uma Rota', lançada pelo governo chinês para inicialmente ampliar a conectividade entre Ásia e Europa.

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-Só na Mongólia Interior há 55 grupos étnicos
-As características da Mongólia Interior incluem amplas reservas minerais (carvão, terras raras, chumbo, zinco e prata são algumas variedades) e proporcionam uma produção agrícola notabilizada pela participação de alimentos orgânicos.A atividade industrial também é muito importande na região.


3-Tibete

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-O Tibete faz fronteira com a Índia. A proximidade ajuda a China a ficar de olho no vizinho, que vira-e-mexe ameaça invadir a região.
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- No folclore asiático, o Tibete é conhecido como “A Casa dos Tesouros do Ocidente”. Seu povo tem sido o responsável cuidadoso deste terreno abundante por milênios. A bênção do Tibete, seu remoto platô, agora é sua maldição: a China controla o “Terceiro Polo” com punho de ferro e não há ninguém para detê-la.
Fatos elementares sobre o Tibete não são amplamente conhecidos, mas qualquer mapa do platô tibetano revela os enormes recursos e a vantagem estratégica conquistada por sua captura.
O Tibete é uma entidade geomorfológica única, suas 46 mil geleiras constituem a terceira maior massa de gelo do planeta. Esse “Terceiro Polo”, cheio de riquezas intocadas, animais selvagens, minerais, madeira e, acima de tudo, água, é um componente vital do ecossistema do planeta. O Tibete é a nascente dos rios Yangtzé, Amarelo, Indus, Brahmaputra, Chenab, Sutlej, Salween e Mekong, que fluem através de 11 nações, nutrindo 3 bilhões de pessoas de Peshawar a Pequim. Hoje, todos os grandes rios da Ásia – exceto o Ganges, que nasce no planalto tibetano, mas, felizmente, fora da fronteira chinesa – são controlados nas cabeceiras do Tibete pelo Partido Comunista Chinês (PCC).
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- O Tibete é  rico em recursos naturais, como ouro, zinco, manganês e madeira.
-Ao garantir a unidade territorial com mão de ferro, os chineses procuram evitar o colapso que desmembrou a ex-União Soviética, repartida em 14 repúblicas com o fim do socialismo.
- a China alega ter evidências de que o país lhe pertence desde tempos ancestrais. De fato, a ocupação atual se mantém mais ou menos inalterada desde o século 13, quando o Tibete foi incorporado ao império chinês. Essa situação só foi interrompida em 1912, quando a revolução republicana pôs fim ao império. Na ocasião, os tibetanos aproveitaram a confusão para expulsar os chineses e declararam a independência. Mas a situação piorou em 1959: após vários conflitos, uma rebelião em Lhasa, capital do Tibete, foi reprimida com violência pelo governo comunista chinês, que já havia retomado o território tibetano em 1949. Depois da treta, o dalai-lama, líder religioso e político do Tibete, teve de fugir a pé com seus seguidores pelas montanhas da região. Atualmente, ele está exilado na Índia, de onde luta pela independência de seu país.


-China e Índia são dois gigantes da Ásia, dois vizinhos com as maiores populações do planeta e duas das maiores economias do mundo. Mas unidos em uma relação complicada.
-A história da China e da Índia é caracterizada por várias disputas territoriais que resultaram em três conflitos militares: em 1962, 1967 e 1987.

-China e Índia estão separadas pela cordilheira do Himalaia e compartilham fronteiras com Nepal e Butão.
Ao longo da fronteira há dois territórios em disputa.
Na região da Caxemira - disputada por Índia e Paquistão -, está Aksai Chin, região administrada pela China.
Em seus mapas, o governo do Paquistão mostra Aksai Chin como uma região dentro da China e cataloga seus limites como "fronteira não definida".
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A Índia, por sua vez, diz que Aksai Chin está ilegalmente ocupada pela China.
-China e Índia também disputam grande parte de Arunachal Pradesh, região localizada no noroeste da Índia. A China reivindica o controle sobre esse território porque o considera parte da região autônoma do Tibete.
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4- Manchúria

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-Região do nordeste da China historicamente marcada por ocupações e conflitos.
-É uma planície cercada ao norte, ao leste e a oeste por grandes cadeias de montanhas. Limita-se ao norte e ao leste com a Federação Russa, a oeste com a Mongólia e ao sudeste com a Coreia do Norte.
- A economia baseia-se na agricultura e, principalmente, na extração de minérios. Os principais produtos são sorgo, milho, soja e trigo. Entre os recursos minerais destacam-se carvão, chumbo, zinco, cobre, ferro, bauxita e molibdênio.
-O nome Manchúria deriva de mandchu, povo de origem mongol que invade a região em 1644, estabelece sua dinastia e governa a China até 1912, quando é proclamada a República.

-No final do século XIX, em virtude de sua grande riqueza mineral, a região é alvo de disputa entre a China, a União Soviética e o Japão. Após a derrota chinesa na Guerra Sino-Japonesa (1894-1995), o Japão obtém o controle da Manchúria. Em 1898, a União Soviética ocupa a parte sul do território. Impõe seu domínio sobre a região de 1900 até sua derrota na Guerra Russo-Japonesa (1904-1905). Em 1931, a Manchúria é invadida novamente pelos japoneses, que criam um estado-satélite, Manchukuo. Com a derrota japonesa na II Guerra Mundial, a região é tomada pelas tropas soviéticas até 1946. Em 1949, a parte oeste da Manchúria é integrada à Mongólia. O restante é dividido em três províncias pertencentes à China.


5- China do leste

-A região chinesa mais importante são as planícies orientais. Essas terras rebaixadas aplainadas concentram mais de 70 % da população e da economia do país.
-O solo loess encontra-se em algumas regiões do sul e sudeste da Europa, em certas partes do continente americano e numa grande areá da China. O loess é formado por um camada muito fina de argila que é praticamente um pó.

-Yangtsé, Amarelo, Mekong: Grandes Rios da China

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Porto de Xangai - Contentores

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FONTES:





www.terra.com.br/noticias/mundo/asia/china-proibe-nomes-muculmanos-na-conflituosa-regiao-de-xinjiang











quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Os movimentos das placas tectônicas

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Terremotos no México

Mapa do Círculo do Fogo



Círculo de fogo

O país   encontra-se no Círculo de Fogo do Pacífico, uma grande área em formato de ferradura com alta atividade sísmica e que liga a América e a Ásia.
"90% de todos os terremotos no mundo e 80% dos maiores terremotos ocorrem no Círculo de Fogo do Pacífico", destaca Hernando Taveras, diretor do departamento de sismologia do Instituto de Geofísica do Peru (IGP).
Além do México, esta região - também conhecida como Anel de Fogo - inclui, no lado da costa Pacífica do continente americano, Equador, Chile, Estados Unidos, Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador, Honduras, Guatemala e parte do Canadá.
Na altura das Ilhas Aleutas, no norte do Oceano Pacífico, entre o Alasca e a península de Kamchatka, na Rússia, fica a curva superior da ferradura, que então dobra para a esquerda, incluindo a costa e ilhas da Rússia, Japão, Taiwan, Filipinas, Indonésia, chegando a Papua-Nova Guiné e Nova Zelândia.
O leito do Oceano Pacífico repousa sobre várias placas tectônicas e "o fato de a atividade sísmica ser intensa no Círculo de Fogo se deve à convergência destas e a sua fricção, o que faz com que a tensão seja liberada", explica Taveras. O México, especificamente, tem abaixo de seu território três das principais placas tectônicas do planeta: Cocos, Norte-Americana e do Pacífico.
Também no Anel de Fogo estão mais de 75% dos vulcões ativos e inativos no mundo, com 452 crateras.
O México também tem um histórico de atividade vulcânica. Os vulcões Popocatépetl e Ixtaccíhuatl, por exemplo, a sul da Cidade do México, ocasionalmente expelem gases que podem ser claramente vistos da capital. Em 1994 e 2000, o Popocatépetl ficou ativo e forçou a evacuação de vilas e cidades nos seus arredores.
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-41328378
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