quinta-feira, 8 de junho de 2017

Exportações do Brasil






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Principais Parceiros Comerciais Açúcar

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Brasil : Comparativo Top Produtos Exportados 2016

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Principais paises de destino das exportações de café em 2016.


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Importações – Fev/2016
Todas as regiões brasileiras apresentaram quedas nas importações em fevereiro de 2016, na comparação com fevereiro de 2015, sendo a mais acentuada na região norte, e a menos acentuado na região centro-oeste. As importações da Região Sudeste retrocederam 33,26%, passando de US$ 8.123 bilhões para US$ 5.421 bilhões (representando 52,21% do total importado pelo país). Os quatro estados da região apresentaram decréscimo. 


Principais Produtos Importados pelo Brasil em Fevereiro de 2016
O item medicamentos foi o principal produto importado pelo Brasil em fevereiro de 2016, respondendo por 5,36% do valor total de importações do país, com avanço de 30,50% na comparação do valor total importado deste produto com fevereiro de 2015. O item óleos brutos de petróleo, em segunda posição, recuou quase 60% de um ano para outro. Em terceira colocação, ficaram as partes e peças para veículos.
Principais Produtos
FEVEREIRO 2016
FEVEREIRO 2015


     Medicamentos humanos e veterinários

     Óleos brutos de petróleo

     Automóveis de passageiro

     Partes e peças para veículos

     Inseticidas, formicidas e herbicidas


     Compostos heterocíclicos, seus sais e sulfonamidas

     Cloreto de potássio

     Adubos ou fertilizantes

     Motores, geradores e transformadores eletrônicos e suas partes 

     Circuitos integrados e microconjuntos eletrônicos

     Instrumentos e aparelhos de medida e verificação

     Partes de motores e turbinas para aviação

     Partes de aparelhos transmissores ou receptores

     Gás natural

     Gás natural liquefeito

     Hulhas não aglomeradas

     Rolamentos e engrenagens

     Circuitos impressos para telefonias

     Parte e acessórios de máquinas para processamento de dados

     Nafta

     Bombas, compressores, ventiladores e suas partes

     Polímeros de etileno, propileno e estireno


Principais Países Vendedores das Importações Brasileiras em Fevereiro de 2016
A China foi o principal fornecedor de produtos importados pelo Brasil em fevereiro de 2016. O principal produto importado em fevereiro de 2016 foi circuitos impressos de telefonia. Na segunda colocação, ficaram os Estados Unidos da América, como o principal produtos partes e peças para aviação. Argentina e Alemanha ficaram praticamente empatadas na terceira colocação, levando a Alemanha com os  produtos medicamentos veterinários e humanos a posição. 
PAÍSES VENDEDORES
FEVEREIRO 2016
FEVEREIRO 2015


     China

     Estados Unidos

     Argentina

     Alemanha

     França

     México

     Japão

     Coreia do Sul

     Itália

     Índia

     Espanha

     Reino Unido

     Suíça

     Nigéria

     Canadá

     Países Baixos

     Rússia

     Bolívia

     Taiwan (Formosa)

     Arábia Saudita

     Malásia

     Tailândia
     Bélgica

     Vietnã

     Indonésia



segunda-feira, 5 de junho de 2017

Choque de Civilizções

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O verdadeiro choque de civilizações



A expressão "choque de civilizações" como formato das futuras guerras da humanidade foi cunhada pelo fracasssado estrategista da Guerra do Vietnã Samuel P. Huntington. Para Mike Davis, um dos criativos pesquisadores norte-americanos sobre temas atuais como "holocaustos coloniais" ou "a ameaça global da gripe aviária", a guerra de civilizações se daria entre a cidade organizada e a multidão de favelas do mundo.

Seu recente livro "Planeta Favela"(2006) apresenta uma pesquisa minuciosa (apesar da bibiografia ser quase toda em inglês) sobre a favelização que está ocorrendo aceleradamente por todas as partes. A humanidade sempre se organizou de um jeito que grupos fortes se apropriassem da Terra e de seus recursos, deixando grande parte da população excluída. Com a introdução do neoliberalismo a partir de 1980 este processo ganhou livre curso: houve uma privatização de quase tudo, uma acumulação de bens e serviços em poucas mãos de tal monta que desestabilizou socialmente os países periféricos e lançou milhões e milhões de pessoas na pura informalidade. Para o sistema eles são "óleo queimado", "zeros econômicos", "massa supérflua" que sequer merece entrar no exército de reserva do capital.

Essa exclusão se expressa pela favelização que ocorre no planeta inteiro na proporção de 25 milhões de pessoas por ano. Segundo Davis 78,2% das populações dos países pobres é de favelados (p.34). Dados da CIA, de 2002, davam o espantoso número de 1 bilhão de pessoas desempregadas ou subempregadas favelizadas. 

Junto com a favela vem toda a corte de perversidades, como o exército de milhares de crianças exploradas e escravizadas, como em Varanasi (Benares) na Índia na fabricação de tapetes, ou as "fazendas de rins" e outros órgãos comercializados em Madras ou no Cairo e formas inimagináveis de degradação, onde pessoas "vivem literalmente na m"(p.142).

Ao Império norte-americano não passaram desapercebidas as conseqüências geopolíticas de um "planeta de favelas". Temem "a urbanização da revolta" ou a articulação dos favelados em vista de lutas políticas. Organizaram um aparato MOUT (Military Operations on Urbanized Terrain: operações militares em terreno urbanizado) com o objetivo de se treinarem soldados para lutas em ruas labirínticas, nos esgoto, nas favelas, em qualquer parte do mundo onde os interesses imperiais estejam ameaçados.

Será a luta entre a cidade organizada e amedrontada e a favela enfurecida. Um dos estrategistas diz friamente:"as cidades fracassadas e ferozes do Terceiro Mundo, principalmente seus arredores favelados, serão o campo de batalha que distinguirá o século XXI; a doutrina do Pentágono está sendo reconfigurada nessa linha para sustentar uma guerra mundial de baixa intensidade e de duração ilimitada contra segmentos criminalizados dos pobres urbanos. Esse é o verdadeiro choque de civilizações"(p.205).

Será que os métodos usados recentemente no Rio de Janeiro com a militarização do combate aos traficantes nas favelas, com verdadeiras execuções, já não obedece a esta estratégia, inspirada pelo Império? Estamos entre os países mais favelizados do mundo, efeito perverso provocado por aqueles que sempre negaram a reforma agrária e a inclusão social das grandes maiorias pois lhes convinha deixá-las empobrecidas, doentes e analfabetas. Enquanto não se fizerem as mudanças de inclusão necessária, continuará o medo e o risco real de uma guerra sem fim.


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Mega Favelas

– Favela do Condado de Hidalgo
Localizada no Texas — pois é, nem a terra do Tio Sam se livra de ter favelas —, esta comunidade começou a se formar quando milhares de trabalhadores rurais mexicanos passaram a atravessar a fronteira em busca de melhores oportunidades de trabalho e um melhor padrão de vida. Uma vez nos EUA, muitas dessas pessoas chegaram a comprar propriedades de norte-americanos gananciosos.
Contudo, os imigrantes começaram a formar colônias, e a área ocupada — que não conta com fornecimento de água nem oferece condições adequadas de moradia — foi crescendo. Atualmente o Condado de Hidalgo conta com uma população estimada em 800 mil habitantes, e 52 mil deles moram na favela. Boa parte dos residentes não tem onde morar, vivendo em casas feitas de papelão, madeira ou materiais do gênero.

2 – Favela da Rocinha

Essa comunidade — com população estimada em 69 mil residentes — é uma velha conhecida de todos nós, não é mesmo? Situada no Rio de Janeiro, a Rocinha e a maior de um grupo de favelas que, juntas, somam uma população de quase dois milhões de habitantes. No entanto, ao contrário de outros exemplos que você poderá conferir nesta lista, essa comunidade tem acesso ao transporte público e saneamento básico, o que não significa que a vida lá seja fácil!

3 – Khayelitsha

Com uma população estimada em 400 mil habitantes ou mais, a favela de Khayelitsha, localizada na África do Sul, foi fundada em 1985, e surgiu como resultado do Apartheid e seu fim. A comunidade sofre com altos índices de desemprego — na casa dos 80% —, pobreza extrema, proliferação de doenças e falta de segurança.

4 – Cité Soleil

Com uma população estimada em 400 mil habitantes composta principalmente por crianças e jovens, a Cité Soleil é a favela mais populosa do Haiti. Muitas das pessoas que vivem ali vieram de La Saline — outra comunidade que foi completamente destruída por um incêndio —, e os habitantes vivem em condições extremamente precárias.
Além disso, Cité Soleil é dominada por gangues e, somando-se a isso a falta de policiamento e as doenças que aterrorizam os residentes, não é de se estranhar que a expectativa de vida dos habitantes seja de apenas 52 anos.

5 – Dharavi

Considerada uma das maiores e mais pobres favelas da Ásia, Dharavi — que conta com uma população estimada em 1 milhão de habitantes — fica localizada no centro de Mumbai, na Índia, e ocupa uma área de pouco mais de 2,5 quilômetros quadrados. A comunidade começou a se formar a partir da década de 60, quando famílias em busca de emprego nos muitos curtumes e indústrias têxteis que se estabeleceram na época começaram a chegar na cidade.
Dharavi conta com casebres que chegam a medir pouco mais de 12 metros quadrados, e boa parte da população é formada por pessoas que moram nas calçadas mesmo! A água é escassa e, na maioria das vezes, imprópria para o consumo, e o índice de analfabetismo é altíssimo.

 6 – Ezbet el-Haggana

Na verdade, Ezbet el-Haggana não é a única mega favela localizada no Cairo, Egito. Além dela, as comunidades de Manshiyat Naser e Cidade dos Mortos também merecem destaque. A primeira — Ezbet el-Haggana — tem população estimada em 1,5 milhão de pessoas, enquanto a segunda (Manshiyat Naser) possui cerca de milhão de residentes.
Já a Cidade dos Mortos conta com uma população estimada em mais de 500 mil pessoas e começou a se formar após o devastador terremoto de 1992, que forçou muitas famílias desabrigadas a ocupar os túmulos de seus entes queridos na necrópole local.
Fica difícil escolher uma sobre a qual falar — embora tenhamos colocado a de Ezbet el-Haggana no título por ser a mais populosa —, no entanto, existem alguns fatores em comum nas três favelas que mencionamos acima: os residentes vivem sem fornecimento de energia elétrica, abastecimento de água, saneamento básico ou distribuição sustentável de alimentos.

7 – Orangi Town

Localizada em Karachi, no Paquistão, a favela de Orangi Town conta com uma população estimada em 1,8 milhão de habitantes, dos quais mais de 80% trabalham informalmente. Além disso, na falta de abastecimento sustentável de água, os residentes são obrigados a depender de grupos comunitários ou da ajuda mútua para conseguir água potável.
Por sorte, existem projetos para solucionar essa questão, e foram iniciadas obras para restaurar a via que conecta a favela com outras partes da cidade. Além disso, Orangi Town ocupa uma área de quase 60 quilômetros quadrados e possui 13 distritos oficiais — cada um com um conselho independente —, e conta com representantes no governo.

8 – Kibera

Com uma população estimada em 2,5 milhões de habitantes, a comunidade de Kibera fica próxima a Nairóbi, no Quênia, e é composta por 12 assentamentos completamente arrasados pela pobreza. Apenas 20% dos residentes tem acesso à eletricidade e, até recentemente, a água era coletada de açudes repletos de agentes que transmitem doenças como a cólera e a febre tifoide.

9 – Neza-Chalco-Izta

Também conhecida pelo nome de Ciudad Perdida, Neza-Chalco-Izta fica na Cidade do México e é uma mega favela com população estimada em 4 milhões de habitantes. A comunidade começou a se formar a partir dos anos 1900, quando novas zonas industriais foram se estabelecendo na cidade, e hoje a maioria dos residentes tem acesso ao abastecimento de água, energia e saneamento básico, embora a qualidade desses serviços seja motivo de grande debate.

http://www.megacurioso.com.br/economia/46920-confira-alguns-exemplos-de-mega-favelas-que-existem-pelo-mundo.htm

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